Saída: El Chaltén/Argentina – Km 7751 (12:40h)
Chegada: Comandante Luis Piedra Buena/Argentina – Km 8388 (21:00h)
Distância: 637Km

Hoje iniciamos a nossa viagem de retorno ao Brasil.  Pretendíamos ir até Rio Gallegos, mas como a viagem estava bem tranquila resolvemos ganhar mais alguns quilômetros e ir até Comandante Luis Piedra Buena.

Motor home em El Chaltén

Motor home em El Chaltén

Últimos clicks em El Chaltén

Últimos clicks em El Chaltén

Últimos clicks em El Chaltén

Últimos clicks em El Chaltén

Empanadas: que delícia!

Empanadas: que delícia!

Cuidado: hielo por sombra!

Cuidado: hielo por sombra!

Para chegar a Comandante Luis Piedra Buena, partindo de El Chaltén, pega-se a ruta 23 até o encontro da ruta RN40, onde entra-se à direita. Segue-se por esta última até a ruta 5. Segue-se por ela, passando por Esperanza (no entrocamento com a ruta 7) até a ruta RN3, onde pega-se o sentido norte até Comandante Luis Piedra Buena.

Todas estas estradas são asfaltadas e em bom estado de conservação. Não há pedágios e o movimento de veículos era baixo. Entre Esperanza e Comandante Luis Piedra Buena não há postos de combustíveis.

Chegando em Comandante Luis Piedra Buena fomos procurar um hotel. Foi bem difícil encontrarmos um lugar para ficar. Dos poucos hotéis existentes na cidade, os melhores já estavam lotados. Conseguimos um quarto na Hosteria El Alamo (Lavalle, 8). Hotel bem simples, mas foi a opção que tivemos para não ficarmos sem hospedagem e termos que ir até uma cidade vizinha.

Piedra Buena é uma cidade onde é muito comum os viajantes com destino a Ushuaia pernoitarem, por isso a dificuldade em se conseguir hospedagem. A hosteria que ficamos oferece café da manhã, internet wi-fi, TV e aquecimento.  O estacionamento é na rua em frente ao local, assim como nos demais hotéis da cidade.

Muitos viajantes chegaram um pouco mais tarde no hotel onde estávamos hospedados, mas já não haviam mais vagas. Creio que ali naquela cidade já não tinha mais nenhuma opção.

Saída: El Chaltén/Argentina – Km 7741
Chegada: El Chaltén/Argentina – Km 7751
Distância: 10Km

Hoje o tempo não está dos melhores. Está ventando muito, chove e faz frio. A previsão do centro de informações turísticas estava certa. Ficamos então dormindo até mais tarde. Quando fomos buscar algo para almoçar o tempo melhorou um pouco. Ainda estava frio, mas a chuva parou, o vento tinha ficado mais ameno e tinha até sol.

Almoçamos e fomos até o centro de informações turísticas para saber mais sobre a trilha até a laguna Capri, a qual estávamos programados para fazer.  Como já havíamos perdido uma boa parte do dia e o tempo não estava 100%, não queríamos arriscar fazer a trilha com o Felipe sem termos mais informações.

Chegando lá o atendente nos informou que poderíamos fazer a trilha tranquilamente, pois o tempo já estava bem melhor.  Nos disse também que boa parte do caminho é realizado dentro de bosque, o que amenizaria ainda mais o vento. Nos recomendou que levássemos roupas para frio e que poderíamos beber a água da laguna, caso fosse necessário. Falou que normalmente o pessoal chega a laguna Capri em 1:30h de caminhada e, como estávamos com o bebê, provavelmente levaria um pouco mais de tempo.

Saímos dali diretamente para o ponto de partida da trilha, que fica no final da avenida San Martín, próximo do acesso ao Lago Del Desierto. Deixamos o carro no hotel e seguimos a pé.

Este é o mesmo ponto de partida para a Laguna de los Tres, cuja trilha tem duração de 4h (ida). Esta é a trilha mais famosa e, provavelmente, a mais percorrida do local.

Início da trilha até a laguna Capri

Início da trilha até a laguna Capri

Iniciamos então a caminhada até a Laguna Capri. Os primeiros 20 ou 30 minutos desta trilha são bem cansativos devido a uma subida bastante íngreme. O Alexandre que o diga, pois carregou o Felipe durante todo este trajeto e o danadinho ainda inventou de dormir. Eu, Rosângela, estou mal de condicionamento físico e, se tivesse que carregar o Felipe neste trecho, teria desistido.

Vista de El Chaltén a partir da trilha até a laguna Capri

Vista de El Chaltén a partir da trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Descobrimos com um casal de argentinos de Buenos Aires, que viajavam junto com seu bebê de oito meses, que há uma mochila própria para carregar o bebê nas costas. Eles já tinham feito diversas trilhas com o bebê nesta mochila, inclusive já tinham até mesmo atravessado um rio desta maneira. O bebê fica muito bem acomodado e confortável dentro dela. Para as caminhadas mais longas e para bebês com mais de seis meses, achamos esta mochila uma opção muito melhor do que os cangurus e os babysling. Colocamos mais informações sobre ela no artigo Viajando de carro com crianças.

Passando esta subida inicial a trilha ficou mais tranquila. Depois de algum tempo de caminhada chegamos ao nosso destino: Laguna Capri. Nossa! Como já havíamos falado, o bom das trilhas é a sua recompensa final. Ver a paisagem da laguna com os cerros nevados ao fundo foi extremamente recompensador.  Sentamos as margens da laguna para descansar e contemplarmos toda a beleza que o lugar estava nos proporcionando.

Laguna Capri

Laguna Capri

Laguna Capri

Laguna Capri

Laguna Capri

Laguna Capri

Junto a Laguna Capri está o acampamento homônimo, local onde as pessoas que fazem trekkings mais longos acampam. Como este, existem diversos outros acampamentos em El Chaltén: o Poincenot, Laguna Torre, Laguna Toro e Punta Norte.

Acampamento junto a Laguna Capri

Acampamento junto a Laguna Capri

Acampamento junto a Laguna Capri

Acampamento junto a Laguna Capri

Fotografamos a laguna, fizemos um pequeno lanche e após uns 40 minutos começamos o nosso retorno. Na volta percorremos um outro caminho, passando por um outro mirante do monte Fitz Roy, localizado próximo da Laguna Capri.

O retorno foi bem tranquilo, pois se na ida tinham muitas subidas, na volta tinham muitas descidas. E, para baixo, todo o santo ajuda.

Nossa caminhada foi muito boa. No início havia muito vento, mas o frio estava bem ameno e nem chegamos a usar as nossas jaquetas. Fizemos todo o trajeto de ida e volta em 4h. O Felipe foi bem tranquilo e gostou bastante. Ele foi em uma posição muito privilegiada: no colo, só curtindo o embalo. Quando sentia sono, dormia. Uma maravilha! A trilha valeu bastante a pena: recomendamos.

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Trilha até a laguna Capri

Chegando a El Chaltén, pegamos o carro e fomos visitar o Chorrillo del Salto. Esta cachoeira fica a 4km da cidade pela ruta 23, que é o mesmo caminho para o Lago del Desierto. Junto à estrada há um estacionamento. A partir dali deve-se fazer uma pequena caminhada de 7 minutos.

A cachoeira é bonita e maior do que imaginávamos. Pode-se subir em um penhasco próximo a cachoeira para ver a paisagem lá de cima. Não chegamos a subir, pois o caminho é difícil.

Chorrillo del Salto

Chorrillo del Salto

Depois fomos jantar um cordeiro patagônico no restaurante Mi Viejo, localizado na Av. San Martín, 815, ao lado do hotel onde estávamos hospedados.  Com exceção da mesa, talheres e taças estarem cobertos por poeira, o restante estava bom.

Cordeiro patagônico  com fritas

Cordeiro patagônico com fritas

:)

🙂

Saída: El Calafate/Argentina – Km 7442 (12:30h)
Chegada: El Chaltén/Argentina – Km 7655 (17:00h)
Distância: 213Km

Hoje partimos para El Chaltén. Este é praticamente nosso último destino antes de retornarmos para o Brasil.

Últimos clicks de El Calafate

Últimos clicks de El Calafate

Últimos clicks de El Calafate

Últimos clicks de El Calafate

Esta cidade fica a 213km de El Calafate, com todo o percurso em estrada asfaltada em boas condições. Para chegar a El Chaltén, partindo de El Calafate, segue-se pela ruta 11 até o entrocamento com a ruta 40, onde entra-se à esquerda. Segue-se pela ruta 40 até a ruta 23, onde entra-se à esquerda, e continua-se por ela até El Chaltén, contornando sempre o belo Lago Viedma.

Novamente fizemos uma viagem tranquilíssima com paisagens arrebatadoras. É isto que nos faz cada vez mais apaixonados por este país de cenários paradisíacos e povo acolhedor. Com esta viagem podemos dizer que já percorremos a Argentina de Norte a Sul. Tivemos o prazer de contemplar a beleza das diversas paisagens deste belo país. Ainda faltam alguns cantinhos para conhecer, mas é uma questão de tempo.

Como são poucos quilômetros entre El Calafate e El Chaltén, seguimos lentamente apreciando cada momento e parando muito para fotografar.

De todas nossas viagens, elegemos El Chaltén como a possuidora da mais bela paisagem de boas vindas a uma cidade. Próximos a El Chaltén pode-se contemplar os impressionantes cerros Fitz Roy e Torre ao fundo. O dia estava ensolarado, devido a isto podemos ver os cerros completamente descobertos de nuvens. Simplesmente espetacular!

Ainda de muito longe já era possível avistar o enorme cerro Fitz Roy

Ainda de muito longe já era possível avistar o enorme cerro Fitz Roy

Lago Viedma

Lago Viedma

A viagem para o Felipe era só alegria

A viagem para o Felipe era só alegria

Lago Viedma e as Cordilheiras dos Andes ao fundo

Lago Viedma e as Cordilheiras dos Andes ao fundo

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

DSC_4415

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 em direção a El Chaltén

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Ruta 23 próximo a El Chaltén: a paisagem de chegada à cidade é impressionante

Bem próximo a chegada a cidade há um mirante de onde pode-se ver a cidade aos pés dos cerros.  Mais fotos!

El Chaltén e os cerros Fitz Roy e Torre ao fundo

El Chaltén e os cerros Fitz Roy e Torre ao fundo

El Chaltén e os cerros Fitz Roy e Torre ao fundo

El Chaltén e os cerros Fitz Roy e Torre ao fundo

Logo após este mirante, na entrada da cidade, chega-se a um dos dois centros de informações turísticas do lugar. Aproveitamos para pedir informações dos passeios que seriam possíveis fazer juntos com o Felipe.

Este centro de informações turísticas é o mais bem decorado que já conhecemos. No local há vários jogos e maquetes das trilhas da região espalhadas pelo prédio. Há também uma sala destinada aos alpinistas, onde há várias informações sobre escaladas às montanhas próximas de El Chaltén.

O atendente do centro de informações foi bem atencioso e nos indicou algumas trilhas de curta duração que poderíamos fazer junto com o Felipe. Já era em torno de 5 horas da tarde (horário da Argentina) e ele nos falou que o dia estava perfeito para fazer trilha, com sol, céu limpo e sem vento. Ele também nos disse que aqui raramente se tem dias assim e que deveríamos aproveitar. Apesar da previsão para amanhã ser a mesma de hoje, depois o tempo começaria a ficar ruim. 

Ele nos sugeriu fazer a trilha para os miradores Los Condores e Las Águilas, com duração aproximada de 40 minutos (somente a ida). O ponto de partida era ali mesmo, em frete ao prédio do centro de informações turísticas.

Além destes passeios, ele recomendou fazermos também as trilhas mais famosas: Laguna de los Tres, com duração de 4h (ida), e Laguna Torre, com duração de 3h (ida). Também sugeriu a trilha para a laguna Capri, com duração aproximada de 1:30h (ida). Para seguir de carro, nos sugeriu ir ao Lago del Desierto, distante 37km de El Chaltén e ao Chorrillo del Salto, distante 4km.

Saímos do centro de informações e pensamos por um minuto se devíamos ou não fazer a trilha aos miradores Los Condores e Las Aguias. Afinal, fomos pegos de surpresa, não imaginávamos chegar na cidade no final da tarde e já iniciar percorrendo trilhas. Mas, não deu outra, tínhamos que aproveitar o dia. Fomos até o carro, passamos filtro solar, pegamos água, e lá fomos nós em direção a primeira trilha em companhia do nosso pequeno viajante.

Começamos a caminhada às 18h (horário do Brasil).  No início é um pouco mais ingríme, mas é bem tranquilo, mesmo carregando no colo o nosso chumbinho de 11Kg.  Este caminho dá acesso a duas trilhas. Primeiro fomos até o Mirador de Los Condores. A vista da cidade lá de cima é incrível, vale a pena caminhar para ver estas belas paisagens. É isso que nos dá prazer em fazer trilhas, as paisagens do final são sempre recompensadoras. Apesar do nome do mirante, não avistamos nenhum condor.

A primeira trilha do Felipe

A primeira trilha do Felipe

Início da trilha para os miradores Los Condores e Las Aguias

Início da trilha para os miradores Los Condores e Las Aguias

Trilha para os miradores Los Condores e Las Aguias

Trilha para os miradores Los Condores e Las Aguias

Que lugar!

Que lugar!

Mirador Los Condores

Mirador Los Condores

Mirador Los Condores

Mirador Los Condores

Depois seguimos até o Mirador de Las Águilas, um pouco mais distante. Esta trilha é mais fácil, com a maior parte do percurso em terreno plano.  De lá tem-se uma visão de outro angulo, onde podemos avistar a rodovia que dá acesso à cidade. Igualmente uma paisagem belíssima. Também não avistamos nenhuma águia.

Rumo ao mirador Las Águilas

Rumo ao mirador Las Águilas

Mirador Las Águilas

Mirador Las Águilas

Vista do mirador Las Águilas

Vista do mirador Las Águilas

Paisagens pelo caminho

Paisagens pelo caminho

Paisagens pelo caminho

Paisagens pelo caminho

Retornando a El Chaltén

Retornando a El Chaltén

Retornando a El Chaltén

Retornando a El Chaltén

Levamos em torno de duas horas para fazer todo o percurso.  Valeu bastante a pena este mini trekking que fizemos. Foi útil para saber como o Felipe se comportaria em uma trilha e para descobrirmos se tínhamos resistência para o carregarmos no colo.  O Alexandre sempre o carregava nos piores trechos, tais como as subidas mais íngrimes.

Voltamos ainda a tempo de pegar o outro centro de informações turísticas da cidade aberto. O segundo centro de informações fica no terminal de ônibus, bem na entrada da cidade, logo após a ponte. Neste terminal de ônibus é onde está localizado o único caixa eletrônico da cidade. E, em frente ao terminal, está o único posto de combustíveis.

Este segundo centro de informações é para informações gerais sobre a cidade, tais como hospedagens, restaurantes e passeios. O centro anterior é mais especializado em informações sobre trilhas e escaladas.

A atendente nos indicou alguns dos restaurantes mais econômicos e  nos sugeriu um trekking para o Rio Branco, onde poderíamos avistar também o Glaciar Piedras Blancas. A trilha tem duração aproximada de 1h (ida) e era possível levar o Felipe.

Logo depois fomos nos instalar no hotel que havíamos reservado previamente pelo Booking.com. No site constava o nome de Rancho Grande, porém ficamos hospedados em outro hotel da mesma rede, chamado de Poincenot. Hotel novo, com ótimas acomodações. Oferece café da manhã (pago a parte – 5 dólares), computador com internet no saguão, wi-fi (a qual não tinha sinal no andar onde estávamos hospedados), TV LCD, aquecimento e o estacionamento na rua ao lado do hotel. Lugar bastante agradável.

Após instalados no hotel fomos jantar no restaurante Ahonikenk, localizado na Av. Guemes, 23. No local há também um albergue. Comparado a outras opções da cidade, este é um restaurante de custo mais acessível. Prepare-se para porções enormes: um prato de macarrão, por exemplo, teria dado para nós dois comermos.

Jantar no restaurante Ahonikenk (Av. Guemes, 23)

Jantar no restaurante Ahonikenk (Av. Guemes, 23)

A cidade é realmente muito cara. Desde o combustível, que estávamos acostumados a pagar PA$4 o litro, aqui custa PA$7.  Tudo é caro nesta cidade: frutas, refrigerantes, iogurtes, etc.

Nos pareceu que em El Chaltén todos os moradores são proprietários de algum tipo de comércio. Existem muitíssimas opções de hospedagens, restaurantes e lojas. Há três supermercados (não tão super assim) na cidade.

El Chaltén, fundada em 1985, é uma cidade com aproximadamente 500 habitantes. Ela é considerada a “capital nacional do trekking” e suas principais atrações são acessíveis somente através de caminhadas. Por este motivo a maioria dos seus visitantes vão preparados para caminhar bastante.

A visita à cidade vale até mesmo para quem não gosta muito de caminhar. Só a bela paisagem de chegada a El Chaltén já vale a viagem. Além disso há alguns passeios de fácil acesso, tais como o Lago del Desierto e o Chorrillo del Salto, e  campings onde pode-se passar o dia. Há também a possibilidade de se fazer passeios de barco no Lago del Desierto, ao custo de PA$110,00 e duração de 2h, e no Lago Viedma, com vista para o glaciar de mesmo. Para quem gosta de pedalar, há alguns circuitos próprios para os ciclistas.

Saída: El Calafate/Argentina – Km 7290 (7:40h)
Chegada: El Calafate/Argentina – Km 7437 (20:00h)
Distância: 147Km

Hoje fomos fazer um passeio de barco pelo Brazo Rico para ver a geleira de baixo. Devido a isto tivemos que madrugar. Optamos pelo passeio sem o transfer até o porto, portanto precisamos ir até o porto de carro. Após tomarmos o nosso café da manhã, que nesta hosteria é bem completo, saímos em direção ao Puerto Punta Bandera, de onde sai o passeio.

O porto fica a 45 km de El Calafate e seu acesso é pela ruta 11. Parte do caminho é o mesmo usado para ir ao Glaciar Perito Moreno. Após rodar 39km pela ruta 11, entra-se à direita na ruta 8. Segue-se então por mais 6km até o estacionamento do porto. Todo o caminho é asfaltado e está em boas condições.

Tínhamos que estar no porto às 08:30h. Chegando no porto tivemos que comprar o ingresso para a entrada no Parque Nacional Los Glaciares novamente. Havia uma fila para a compra deste ingresso, mas que não demorou muito tempo. Próximo aos guichês há funcionários do porto orientando o pessoal que tem dúvidas sobre como proceder para embarcar.  Um destes funcionários nos informou que era possível levar o carrinho de bebê. Descobrimos depois que foi uma ótima idéia, pois assim o Felipe poderia dormir bem confortável!

Haviam pelo menos dois catamarãs que iriam sair para navegar neste dia. Há várias agências em El Calafate vendendo este mesmo passeio. Observamos que todas cobram o mesmo valor (pelo menos nas que pesquisamos).

A navegação é feita no lago Argentino, que é o maior do país e mais austral da Patagônia. O lago possui cerca de 1500km2 de superfície e sua profundidade oscila entre 150 e 500 metros.

Logo após o embarque, cada tripulante deve escolher um lugar em uma das poltronas (não numeradas) no interior do catamarã, as quais são bastante confortáveis. Deve-se permanecer sentado até ordem do capitão para pode circular pelo barco.

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Iceberg no Lago Argentino

Iceberg no Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

No catamarã há um bar vendendo medialunas, bebidas quentes e frias. Há sanitários e possibilidade de adaptar um trocador para bebês. Há vários televisores que vão apresentando a rota que o catamarã está fazendo. Os pontos de interesse são anunciados pelo circuito de áudio em espanhol e inglês, assim como dados técnicos e históricos relacionados aos locais visitados.

Para quem tiver interesse há um fotógrafo a bordo. Ele se oferece para fotografar os passageiros nos pontos altos do passeio e vende cada foto por PA$12,00 (R$4,80).

O tour Todos los Glaciares foi bem interessante e repleto de belíssimas paisagens. Durante este passeio visitamos os glaciares Seco, Spegazzini e Perito Moreno. Não foi possível ir até o Upsala, que é o maior glaciar do lago Argentino, por causa dos grandes desprendimentos de blocos de gelo que tornaram perigosa a sua aproximação.

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Glaciar Seco

Glaciar Seco

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Glaciar Spegazzini

Catamarã confortável e quentinho

Catamarã confortável e quentinho

Navegando pelo Lago Argentino

Navegando pelo Lago Argentino

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Passarelas usadas para visitar o Glaciar Perito Moreno

Passarelas usadas para visitar o Glaciar Perito Moreno

Passarelas usadas para visitar o Glaciar Perito Moreno

Passarelas usadas para visitar o Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Durante o passeio os guias da embarcação “pescaram” um pedaço de gelo do lago, o qual eles partiram em vários pedaços. O maior foi usado pelo fotógrafo da embarcação para tirar algumas fotos dos turistas. Os outros eles distribuíram entre os turistas, sendo que uma parte foi colocada em um balde de gelo no bar, os quais foi utilizados pelos passageiros para gelar bebidas.

Pedaço de gelo pescado pelos guias da embarcação

Pedaço de gelo pescado pelos guias da embarcação

Pedaço de gelo pescado pelos guias da embarcação

Pedaço de gelo pescado pelos guias da embarcação

O passeio tem duração de 7 horas e vale a pena. O tour é tranquilo e pode ser feito sem receios com um bebê. O dia foi repleto de lindas paisagens, onde pudemos navegar pelas águas azuis do lago Argentino. O lago rodeado de montanhas nevadas, onde pode-se ficar apreciando as imagens de glaciares diversos e icebergs. Imaginávamos que 7 horas de navegação seria um pouco entediante, mas durante o passeio nem vimos o tempo passar. Mesmo com o alto custo, acreditamos que vale a pena fazer. Porém se o objetivo é somente ver um glaciar de perto, provavelmente a visita ao Glaciar Perito Moreno através das passarelas já seja o suficiente.

Após o passeio fomos até o lago Roca. Para chegar ao lago, partindo do Puerto Punta Bandera, deve-se retornar pela ruta 8 até o entrocamento com a ruta 11. Segue-se por ela em direção ao Glaciar Perito Moreno até o entroncamento com a ruta 60.  Seguimos pela ruta 60, agora em rípio, até a ruta 15. Continuamos na ruta 15, a qual contorna o Lago Roca, até a Estância Nibepo Aike. Depois retornamos pela ruta 15, pela qual seguimos em rípio até El Calafate.

As paisagens da ruta 60, próximas ao Lago Roca, são muito bonitas. Tiramos lindas fotos com alguns cavalos que estavam na beira da estrada. Apesar das rutas 60 e 15 serem de rípio, estão em bom estado.

Criação de ovelhas junto ao Lago Roca

Criação de ovelhas junto ao Lago Roca

Lago Roca ao fundo

Lago Roca ao fundo

Lago Roca ao fundo

Lago Roca ao fundo

Outra entrada no Parque Nacional Los Glaciares, próximo ao Lago Roca

Outra entrada no Parque Nacional Los Glaciares, próximo ao Lago Roca

 Lago Roca

Lago Roca

Pinturas rupestres próxima ao Lago Roca

Pinturas rupestres próxima ao Lago Roca

Lago Roca

Lago Roca

Retornando a El Calafate pela ruta 15

Retornando a El Calafate pela ruta 15

Após retornarmos a El Calafate levamos o Felipe a um parquinho infantil, o qual está localizado próximo ao centro de informações turísticas. O parque encanta crianças e adultos também! Todo colorido cheio de joguinhos e brinquedos diferentes. Ahhh, se na nossa cidade tivesse um destes… infelizmente já teriam destruído. Este estava impecável com todos os brinquedos em perfeito estado. Próximo ao parque há um mirante de onde se pode ter uma visão panorâmica de El Calafate.

Praça em El Calafate

Praça em El Calafate

Depois demos algumas voltas pela cidade e fomos conhecer algumas de suas lojinhas de lembranças. Podemos constatar que os preços dos produtos são bem elevados. Jantamos e fomos comer um sorvete da fruta regional chamada calafate, sobre a qual uma antiga lenda diz que quem prova desta fruta retorna a Patagônia. Na falta da fruta comemos o sorvete. Queremos voltar a Patagônia e já que existe esta lenda, não podíamos arriscar.

Avenida principal de El Calafate

Avenida principal de El Calafate

Saída: El Calafate/Argentina – Km 7125 (16:00h)
Chegada: El Calafate/Argentina – Km 7285 (22:30h)
Distância: 160Km

Descansamos no hotel durante toda a manhã. No início da tarde compramos um lanche e fomos fazer a tão esperada visita ao Glaciar Perito Moreno.  Este Glaciar esta localizado na parte sul do Parque Nacional Los Glaciares, um dos maiores parques da Argentina.  O parque tem quase metade da sua área coberta por mais de 350 geleiras.

Antes de ir ao parque, passamos no centro de informações turísticas que fica próximo ao terminal de ônibus. Infelizmente a atendente não foi muito simpática e tão pouco atenciosa em nos informar as possibilidades de passeios da região. Ela indicou que os únicos passeios possíveis para se fazer de carro, de forma independente, era a visita ao glaciar, ao Lago Roca e ponto final. Nos entregou um mapa da cidade e adeus. Isto que ela tinha acabado de chegar para o seu turno de trabalho.

Para chegar no Glaciar Perito Moreno, a partir de El Calafate, basta seguir pela avenida Del Libertador, que na sequência passa a se chamar RP11. Segue-se por ela até o glaciar. A estrada está toda asfaltada e em condições muito boas.

O dia estava lindo e ensolarado, o que contribuiu muito com as belíssimas paisagens descortinadas no percurso entre a El Calafate e a geleira Perito Moreno. As paisagens por este caminho são tão bonitas que apenas fazer este trajeto já vale a viagem. A temperatura também estava muito agradável, podendo-se usar roupas curtas.

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Paisagens da ruta 11 em direção ao Glaciar Perito Moreno

Após 76km chegamos a entrada do parque, onde pagamos PA$70,00 (R$28,00) por pessoa.

Entrada do Parque Nacional Los Glaciares

Entrada do Parque Nacional Los Glaciares

Antes de chegar ao acesso à geleira, após alguns quilômentros da portaria, há sanitários e um local próprio para fazer churrasco ou pic-nic. Local arborizado e muito agradável, ideal para ir cedo para, além de conhecer as geleiras, fazer um lanche e descansar.

Seguindo adiante há alguns mirantes no caminho, de onde é possível avistar as geleiras de longe. Em alguns destes mirantes o vento era bastante forte, onde tivemos que colocar roupas mais quentes.

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Vista do glaciar a partir de um dos mirantes dentro do parque

Depois de rodarmos mais alguns poucos quilômetros chegamos ao estacionamento. Neste local há um centro de visitantes com restaurantes, sanitários (com local para trocar o bebê) e lojinha de lembranças. Deste ponto se acessa as passarelas que levam à geleira.

A estrutura do parque para visitar as geleiras é muito boa. Logo no início das passarelas há um mapa indicando os setores e percursos disponíveis, onde consta a duração e dificuldade dos mesmos. Há aproximadamente 3km de passarelas, de onde se pode chegar bem próximo a geleira Perito Moreno. Nas passarelas há muitas escadas, não sendo apropriado levar o carrinho de bebê. Para os cadeirantes há um elevador que ajuda em parte do percurso.

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

Lago Argentino

Lago Argentino

Glaciar Perito Moreno

Glaciar Perito Moreno

O Perito Moreno é o mais famoso e espetacular glaciar do continente e provavelmente do mundo.  Tem uma superfície de 250km2, sendo considerada a terceira maior área de gelo do planeta após a Antártica e o Polo Norte.

Este passeio foi com certeza um dos pontos altos de nossa viagem. É impressionante ficar observando aquela enorme geleira. Foi emocionante ver o gelo se desprendendo, que por menor que seja o desprendimento de gelo, faz um estrondo enorme. A paisagem é tão espetacular que não dá vontade de ir embora. Queríamos ficar ali admirando por horas, pena que não chegamos mais cedo.

Em relação a temperatura, em alguns pontos fazia um pouco mais de frio devido ao vento, o que fez com que nos abrigássemos com jaquetas. Mas no geral estava com uma temperatura amena e agradável. Haviam pessoas vestidas com as mais variadas roupas, desde roupas curtas (inclusive crianças) até jaquetões com toucas. Vai da sensibilidade ao frio de cada um.

Há um pequeno porto antes de chegar as passarelas, de onde é possível realizar um passeio de barco com duração de 1 hora e custo de PA$70,00 (R$28,00). Este passeio se aproxima bastante do glaciar Perito Moreno, mas como não o realizamos, não temos maiores informações sobre o mesmo. Para os mais aventureiros, há possibilidade de fazer trekking no glaciar. Para maiores informações consulte os guardaparques ou o centro de informações turísticas de El Calafate.

Retornamos a El Calafate pelo mesmo caminho e fomos direto ao hotel. Resolvemos jantar no restaurante do hotel, mas não gostamos muito. No menu haviam somente duas opções: massa com molho de tomate ou molho branco. Cansados e sem ânimo para sair e procurarmos outro restaurante, comemos ali mesmo.

Saindo do Parque Nacional Los Glaciares

Saindo do Parque Nacional Los Glaciares

El Calafate

El Calafate

Saída: Puerto Natales/Chile – Km 6754 (14:00h)
Chegada: El Calafate/Argentina – Km 7121 (21:00h)
Distância: 367Km

Hoje partimos para a Argentina novamente. Vamos para a cidade El Calafate conhecer o Glaciar Perito Moreno. Saímos às 14h de Puerto Natales.

Para seguir até El Calafate é necessário entrar na Argentina novamente. Próximo a Puerto Natales existem três pasos:

  • Paso Rio Don Guillermo: mais ao norte, 65Km, em Cerro Castillo pela ruta Y-205;
  • Paso Dorotéa: 24km, próximo a Villa Dorotéa e ao povoado de Río Turbio pela ruta 250;
  • Paso Laurita – Casas Viejas: mais ao sul, 18km, próximo ao povoado de 28 de Noviembre, pela ruta Y-325.

Todos os 3 caminhos levam até a ruta 40 na Argentina. A melhor rota é através do paso Dorotéa, que está localizado entre os outros 2 pasos, onde toda a estrada é asfaltada. Os outros 2 pasos possuem estradas de rípio. O Projeto Mapear informa incorretamente que a estrada (ruta 250) pelo paso Dorotéa, que liga a ruta 9 (no Chile) a 40 (na Argentina), não está asfaltada.

Pasos Argentina/Chile próximos a Puerto Natales (a rota correta está grifada em rosa com setas vermelhas).

Pasos Argentina/Chile próximos a Puerto Natales (a rota correta está grifada em rosa com setas vermelhas).

Para ir até El Calafate, saindo de Puerto Natales, pega-se a ruta 9 em sentido sul (em direção a Punta Arenas) por 10km. Dobra-se então à esquerda na ruta 250 por mais 14km até o Paso Internacional Dorotéa (localizado junto a Villa Dorotéa). Do outro lado da fronteira, a ruta passa a ser chamada de avenida de Los Mineros.  Segue por 13km, (passando pelo  povoado de Río Turbio) até a ruta 40, onde entra-se à esquerda. Anda-se mais 73km pela ruta 40 até Tapi Aike. Neste ponto há um entroncamento, onde deve-se pegar a ruta RP7 por mais 79km até Esperanza, pois a continuação da ruta 40 é em rípio. Em Esperanza toma-se a ruta 5 ao norte, por 69km, até encontrar novamente a ruta 40. Segue-se por mais 62km até o encontro da ruta RP11, por onde anda-se mais 32km até El Calafate. Todo o percurso de 352km, entre Puerto Natales e El Calafate, é feito em asfalto em boas condições, passando por belas paisagens.

Caminho de Puerto Natales a El Calafate - MapSource (a rota correta está grifada em rosa com setas vermelhas).

Caminho de Puerto Natales a El Calafate – MapSource (a rota correta está grifada em rosa com setas vermelhas).

Caminho de Puerto Natales a El Calafate - Google Maps (a rota correta está grifada em azul).

Caminho de Puerto Natales a El Calafate – Google Maps (a rota correta está grifada em azul).

Os trâmites na aduana chilena duraram cerca de 15 minutos. Na aduana argentina, poucos quilômetros a frente, levamos mais 30 minutos para a entrada no país. Na revista do carro, o aduaneiro solicitou fazer a revista no porta-malas, onde ele abriu somente a caixa térmica e perguntou o que havia no interior das malas. Perguntou também o que havia no baú de teto, não solicitando que o mesmo fosse aberto.

O fluxo de veículos é baixo e há postos de combustíveis em Rio Turbio e Esperanza. Em Rio Turbio há ao menos um banco. Abastecemos em Esperanza onde havia uma pequena fila.  Em Esperanza há um restaurante em frente ao posto de combustíveis. No posto há também uma lancheria.

Ruta 40 na Argentina

Ruta 40 na Argentina

Cordilheira dos Andes ao fundo

Cordilheira dos Andes ao fundo

As paisagens deste caminho são muito belas com vegetação rasteira e montanhas nevadas ao fundo. Um ponto em especial é o mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez (65km antes de El Calafate), onde as paisagens são de tirar o fôlego de tão espetaculares. Neste ponto a altitude é em torno de 820m e consegue-se contemplar a Cordilheira dos Andes ao fundo. Logo após baixa até  a altitude de 280m em 11km.

Paisagens espetaculares vistas do mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez (a foto não consegue mostrar a beleza deste lugar) - PARADA IMPERDÍVEL!

Paisagens espetaculares vistas do mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez (a foto não consegue mostrar a beleza deste lugar) – PARADA IMPERDÍVEL!

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

O Felipe resolver dar uma voltinha em uma moto de um grupo que estava vindo da Venezuela

O Felipe resolver dar uma voltinha em uma moto de um grupo que estava vindo da Venezuela

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

Mirante El “Monito” na Cuesta de Miguez

Continuamos viagem ainda na presença de belíssimas paisagens. A chegada a El Calafate é composta de um lindo cenário de montanhas nevadas, banhadas pelo Lago Argentino.

Chegando a El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

Chegando a El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

Chegando a El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

Chegando a El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

El Calafate (Lago Argentino ao fundo)

Logo que chegamos a cidade fomos direto ao hotel, o qual já havíamos reservado previamente através do site Booking.com. Fizemos o check in e saímos para abastecer o carro.

Tentamos ir ao centro de informações turísticas, porém já estava fechado. Na cidade há dois centros de informações turísticas, os quais tem horário de funcionamento das 8 às 20h.

Fomos a algumas agências, onde nos informarmos sobre os passeios de barco. Descobrimos que para o próximo dia os passeios já estavam lotados. Após uma rápida pesquisa nas agências que estavam abertas, resolvemos contratar o passeio para daqui a 2 dias, antes que não tivesse mais vagas disponíveis. Contratamos o passeio na agência Cal Tur (Av. Del Libertador, 1080).

Há duas possibilidades de passeios: Rios de Hielo e Todos los Glaciares.  O custo por pessoa do Rios de Hielo é de PA$295,00 (R$118,00), enquanto o Todos los Glaciares é de PA$450 (R$180,00)  – ambos preços sem transfer, saindo do Puerto Punta Bandera.  É ainda necessário pagar mais PA$70,00 (R$28,00) por pessoa referente a entrada do parque, pago diretamente no porto.

Ambos os passeios tem a mesma duração. Embora o Rios de Hielo tenha um menor percurso, o catamaran que o realiza é mais lento.

Como estamos de carro, optamos pelo passeio sem o transfer até o porto Punta Bandera. Caso seja necessário o transfer paga-se mais PA$50,00 (R$20,00) por pessoa.

Os passeios saem às 9:00h do porto e retornam às 16:00h. Portanto são 7h de duração, sendo necessário levar lanches para fazer durante o passeio. Há venda de bebidas quentes e frias no barco, porém os preços devem ser bem salgados, assim como o passeio.

A avenida principal (Del Libertador Gral San Martin) estava bastante movimentada, repleta de turistas de todo o mundo. Nesta avenida, e também em suas ruas transversais, há muitos restaurantes, lojas (principalmente de lembranças e artesanatos), agências de turismo, bancos, lojas para câmbio, locutórios, entre outros tipos de comércio.

A Hosteria Lupama, onde ficamos hospedados, fica logo na entrada da cidade. É uma boa pousada, com ótimas acomodações. Oferece café da manhã completo, wi-fi, TV, quarto aquecido e possui um restaurante. O estacionamento é na rua ao lado do hotel, porém é bastante seguro.

Nesta hosteria não é permitida a entrada de alimentos e bebidas. É possível entrar somente com água. A infração desta regra gera uma multa de 15 dólares. Portanto nossa geladeira automotiva deve de ficar no carro. Sempre a ligamos nos hotéis para manter sempre nossas bebidas e alimentos gelados. Desta vez tivemos que desativá-la. Esta regra não nos agradou muito, mas normas são normas. O ambiente desta hosteria, como pode-se ver, não é muito familiar. Pelo contrário, é tudo muito formal. Preferimos ambientes mais familiares, onde podemos nos sentir um pouquinho em casa e termos mais  liberdade.

Jantamos em um restaurante que nos foi indicado pela atendente da Cal Tur e fomos para o hotel descansar.