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As molas de suspensão Sachs possuem longa durabilidade e características que lhe proporcionam uma ótima experiência ao conduzir. A Sachs disponibiliza a seus consumidores cerca de 1.800 diferentes produtos automobilísticos e suas molas de suspensão possuem um grande destaque no mercado automobilístico.

De maneira simplificada, podemos dizer que a função da mola de suspensão é absorver as ondulações e demais irregularidades superficiais da estrada. Ou seja, a mola de suspensão mantém a estabilidade do carro com a pista para que não ocorram solavancos ou a falta de controle do automóvel.

Como qualquer outro componente do seu carro, as molas de suspensão sofrem desgaste ao longo do tempo. Se você não optar por uma marca de qualidade, as molas de suspensão de seu automóvel poderão se desgastar em um curto intervalo de tempo. Uma mola automotiva pode ser comprimida e estendida milhões de vezes durante sua vida útil, mas para isso é necessário escolher um produto cujo processo de fabricação seja de altíssima qualidade, tal como os produtos da Sachs. As molas da Sachs tem um cromado de qualidade superior, prolongando assim seu tempo de vida.

O uso de uma mola de suspensão já desgastada acarreta em uma inclinação inadequada do veículo em curvas acentuadas, falta de aderência com a pista e você pode até mesmo bater com a cabeça no teto do carro.

Utilize molas Sachs na suspensão de seu carro e não coloque sua segurança em risco devido às irregularidades da pista. A Sachs possui uma excelente reputação e portanto você pode confiar em suas peças automotivas. As molas de suspensão é só mais uma das linhas de produtos com elevadíssima qualidade produzidas pela Sachs.

Links:

A Sachs: http://www.zf.com/brands/content/en/sachs/homepage_sachs/homepage.jsp

Molas de suspensão Sachs: http://www.autopecasonline24.pt/mola

 

Chegamos em casa!

Olá amigos

Chegamos em Pelotas/RS ontem às 22h, depois de 24 dias de viagem e 8400km rodados. O trecho final foi tranquilo, porém os últimos 100km foi de muita chuva e um grande fluxo de carros, pois as pessoas estavam retornando do feriadão.

Esta viagem foi excelente, aconteceu tudo como planejamos. A maioria das estradas estavam em condições muito boas. O bom tempo também nos ajudou muito.

A grandes novidade desta viagem foi o significativo aumento dos preços de tudo na Argentina. Agora nós brasileiros “não podemos mais reclamar”, pois temos a gasolina mais barata que o Uruguai, Argentina e Chile. A grande vantagem de circular pela Argentina, além de suas belezas naturais, eram os preços da alimentação e combustível. Pois agora estes produtos, e muitos outros, estão mais caros que aqui. Posteriormente iremos atualizar nossas tabelas do blog com os preços atualizados dos combustíveis.

Outra grande dificuldade que tivemos na Argentina foram os saques em caixas eletrônicos de nossas contas correntes aqui do Brasil. Nunca tivemos problema com isto antes. Desta vez um grande número de caixas recusavam a operação. Além disto, a maioria dos caixas que permitiam a operação, limitavam a valores equivalentes a 800 pesos (R$237,00). Alguns caixas deixavam retirar valores um pouco maiores ou menores. Verificando nossa conta para saques no exterior, os valores limites são muito superiores a isto. No Chile não tivemos problemas. Conseguimos fazer saques de até 2000 pesos chilenos (R$834,00).

Outra grande dificuldade na Argentina foi a aceitação de cartão de crédito com chip. Mesmo grandes redes de supermercados não possuíam a máquina para operar com este tipo de cartão. Além disto, ainda muitos postos de combustíveis na Argentina ainda não aceitam cartão. Querem pagamento em dinheiro.

Bom pessoal, aos poucos vamos atualizando o blog, contemplando as informações que coletamos nesta viagem. Temos tudo anotado para poder compartilhar com os demais viajantes.

Em breve postaremos o diário de viagem, roteiro, despesas e as fotos.

Novamente queremos agradecer a todos pela companhia e pelo carinho que recebemos durante mais esta aventura.

Um grande abraço
Alexandre, Rosângela, Felipe e Isabela

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Olá amigos

Ja estamos quase em casa. Estamos a 20 km de Concórdia, na fronteira com o Uruguai.
Paramos à beira da ruta 14 para jantar, pois iremos ficar em um hotel afastado da cidade.
Amanhã entraremos no Uruguai por Salto, para posteriormente entrarmos no Brasil por Quaraí. Este percurso será idêntico ao que fizemos na ida.
Enfim, amanha dormiremos em nossas camas. Como diz Amyr, é preciso viajar para dar valor ao que temos. :)
A viagem de hoje foi tranquila, andamos praticamente todo o percurso em boas estradas. Em exceção aos últimos 30km da RN18 (próximo ao entroncamento) com a RN14.

Não fomos parados pela polícia nenhuma vez hoje (por enquanto).

Pegamos um pouco de chuva hoje. Nesta viagem demos sorte, pois somente choveu em dois dias de nosso roteiro. Pena que um deles foi na travessia no Paso los Libertadores.

Enviaremos notícias de casa! :)

Um abraço a todos
Alexandre, Rosangel, Felipe e Isabela

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Boa noite pessoal

Acabamos de chegar em Villa María/Argentina, distante 607km de Mendoza. Até aqui as estradas estavam ótimas, passamos por 4 pedágios. De Mendoza até Villa Mercedes toda a ruta RN7 é duplicada. Só pegamos um maior fluxo de veículos na saída de Mendoza.

Em nossa viagem de 2009, fizemos o trecho entre Mendoza e Pelotas via Buenos Aires. Desta vez estamos fazendo uma rota diferente, com o objetivo de encurtar a distância. O problema disto é que passaremos amanhã pela Província de Entre Rios, famosa por sua polícia corrupta. Esperamos passar ilesos mais uma vez.

Ontem, quando passamos por Uspallata, não fomos abordados pela polícia local. Já lemos alguns relatos de policiais corruptos neste ponto. Provavelmente nos escapamos da abordagem devido a chuva, pois os policiais não estavam na ruta. Quando passamos em 2009 por ali fomos parados, pediram nossa do documentação e nos mandaram seguir.

Colocamos a seguir um vídeo que fizemos ontem nos caracoles.

Qual o viajante que não se encanta em um lugar como este?

Ontem, quando estávamos no Aconcágua, encontramos uma família de gaúchos muito simpáticos que estavam indo para Viña del Mar e Valparaíso. Conversamos com eles um pouco e já avisamos que a fila para entrar no Chile estava enorme. Como o paso fechou em seguida devido ao mal tempo, acreditamos que eles não tenham conseguido atravessar. Pouco tempo depois do túnel Cristo Redentor, na aduana, encontramos mais um casal de gaúchos que também estavam retornando para casa. Conversamos bastante e nos encontramos posteriormente junto a Puente del Inca. O encontro com pessoas queridas como estas tornam estas viagens ainda mais especiais. Conversando com eles conseguimos matar um pouquinho da saudade de nosso povo e nossa terra.

Nosso objetivo de amanhã é chegar em Concórdia/Argentina, na fronteira com o Uruguai. A partir daí faremos o mesmo percurso que fizemos da vinda.

Na entrada de Villa María haviam muitos policiais, soldados do exército e ambulâncias. A cidade foi inundada pelas águas das chuvas que caíram nos últimos dias.

Estamos em uma região da cidade que não foi atingida. Pegamos chuva em boa parte do caminho, mas por aqui o tempo deu uma trégua. Veja mais informações nos links a abaixo:

http://www.cadena3.com/contenido/2014/03/02/125751.asp?titulo=A-dias-de-las-inundaciones-el-Ejercito-arribo-a-Villa-Maria

Um grande abraço a todos
Alexandre, Rosângela, Felipe e Isabela

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Olá amigos

Já estamos na Argentina novamente, em Mendoza. Atravessamos a cordilheira hoje. Estava tão frio que caiu um pouco de neve. Pouco tempo depois fecharam o paso devido a neve. Passamos por pouco. Havia uma fila imensa de carros para entrar no Chile.

Para entrar na Argentina, apesar da quantidade de carros ser bem menor, ficamos 1h e 30min na aduana.

A travessia deste paso é muito bela. A imponência da cordilheira impressiona. A subida nos caracoles é sempre uma diversão. Pena que pegamos boa parte da travessia com chuva.

Estamos todos bem. Mais 3 dias estaremos em casa.

Abraços
Alexandre, Rosangela, Felipe e Isabela

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Olá amigos viajantes

Estamos em Los Andes no Chile, junto a Cordilheira. Partimos hoje pela manhã de Temuco e paramos aqui para amanha cruzarmos o paso Los Libertadores, subindo os famosos caracoles em direção a Mendoza na Argentina.

Boa parte do caminho até aqui foi feito na ruta 5, também chamada de panamericana, que é a estrada que cruza o nosso continente de norte a sul. Aqui no Chile é chamada de Panam.

De Temuco até aqui, em Los Andes, todo o caminho foi feito em estradas duplicadas de qualidade ótima. Tudo muito bem sinalizado e conservado. Óbviamente ao custo de diversos pedágios, custando em torno de R$9,00 cada um. Os pedágios são cobrados a cada 100km aproximadamente. Alguns aceitam pagamento com cartões de crédito. Pagamos alguns com cartão e nos impressionamos com a velocidade da operação. Basta apresentar o cartão para o funcionário na chancela, que a aprovação é feita até mais rápida do que o pagamento em dinheiro.

Passamos por, ao menos, uns 3 radares móveis pelo caminho. Os policiais ficam estrategicamente posicionados nas curvas. A velocidade permitida nestas autopistas é de 120km/h em quase todo percurso.

Conforme a valiosa dica enviada pelo amigo viajante Carlos Vasquez, nas autopistas de Santiago a cobrança de pedágio passou a ser totalmente automatizadas. Isto significa que não há mais chancelas de cobrança de pedágio. Os carros chilenos que circulam por estas autopistas são obrigados a instalar em seus carros TAGs eletrônicos que são lidos automaticamente quando os carros passam por portais onde estão instalados os leitores.

Este sistema permite que o trânsito flua continuamente, pois a leitura é feita com os carros andando mesmo que na velocidade máxima permitida nestas vias, que é de 120 km/h. Conforme comprovamos na prática, cruzamos boa parte de Santiago sem que o trânsito ficasse lento em nenhum ponto.

Realmente o sistema funciona muito bem. Em 2009 circulamos pelas autovias de Buenos Aires e os diversos pedágios faziam o tempo trancar em vários pontos.

Os estrangeiros e motoristas que passam e eventualmente por estas autovias devem utilizar o sistema de pedágio pré-pago, chamado de Pase Diario. Este mecanismo foi feito para os usuários que não possuem os TAGs instalados em seus veículos. Este Pase Diario é apenas um bilhete impresso, tipo um cupom fiscal, onde está impresso o número da placa do carro e as datas válidas para uso das autopistas. O Pase Diario custa 5400 pesos chilenos (R$22,61) por dia e é válido para qualquer uma das autopistas que possuam a cobrança automatizada. Nas demais autopistas não automatizadas (geralmente mais afastadas de Santiago) a cobrança é feita de modo convencional, através de chancelas com pagamento em dinheiro.

Como não há chancelas, o Pase Diario não é apresentado em lugar nenhum. “Supomos” que os carros que não possuam as TAGs, tenham suas placas capturadas por câmeras e o sistema identifica os números da placa e gera multas automaticamente. Ainda não estudamos bem o assunto, por isto estamos fazendo suposições.

O Pase Diario pode ser adquirido em qualquer posto da rede Copec Pronto, os quais estão presentes por boa parte da ruta panamericana. A compra deve ser feita diretamente o caixa da cafeteria do posto. Há um posto a cada 100 km aproximadamente, as vezes menos. Já estamos preparando um post especial sobre esta fantástica rede de postos, cujos serviços poderão facilitar muito sua próxima viagem.

O Pase Diario pode também ser adquirido através da internet no endereço https://www.servipag.com/.

Novamente agradecemos a dica do amigo Carlos! Sua colaboração nos ajudou bastante.

Este é um post preliminar sobre o assunto. Em breve faremos um artigo completo sobre o assunto. Qualquer contribuição ou correção será muito bem vinda.

Mais informações em:

http://www.costaneranorte.cl/tarifas-pdu.html

Grande abraço a todos
Alexandre, Rosângela, Felipe e Isabela

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Na estrada: Bariloche

Olá Viajantes

Depois de Junin de Los Andes fomos para El Bolsón, Esquel e Bariloche.

Em El Bolsón conhecemos o belo Lago Puelo, com suas águas verdes aos pés da cordilheira dos Andes. Realmente um lugar espetacular. Conhecemos também sua famosa feira de artesanato, onde pudemos conferir o ótimo trabalho feito pelo povo local.

Em Esquel fomos visitar o famoso Parque Nacional Alerces. O caminho até o parque possui paisagens de impressionar até os viajantes mais experientes. Pena que devido a uma infestação de “ratones de cola larga” parte do parque e quase todas as trilhas estavam interditadas. Por este motivo não pudemos ver de perto os famosos Alerces, que são as árvores enormes e milenares que dão nome ao parque.

Em Bariloche fomos conhecer o cerro Campanário, que é considerado um dos melhores locais para se ter uma panorâmica da região. Do alto de seus 1050m, acessíveis através de um teleférico, pudemos conferir que este ponto realmente consegue mostrar como o Parque Nacional Nahuel Huapi é belo. Fizemos novamente o circuito chico, o qual conhecemos em nossa viagem de junho de 2009.

Passamos 3 dias aqui e Bariloche aproveitando as belezas da região. O Felipe foi hoje a um parque de dinossauros. Ele e a Isabela se adaptaram muito bem ao mundo dos viajantes de carro. O Felipe não reclama de nada. A Isabela só reclama para trocar as fraldas e mamar.

Amanhã atravessaremos as cordilheiras para o Chile. Vamos diretamente para Puerto Varas pelo paso Cardenal Samoré, o qual já cruzamos outras 2 vezes no inverno, repleto de neve. Depois vamos para Temuco conhecer o Parque Conguillio e rever o vulcão Llaima, esperamos que mais de perto desta vez.

Estamos com menos dificuldades em retirar dinheiro nos caixas eletrônicos. Mas já perdemos muitas horas nesta viagem em função disto. Posteriormente falaremos mais sobre isto.

A gasolina estava mais barata em Esquel e El Bolsón, em torno de 7,5 pesos o litro da nafta super. Isto porque os combustíveis na Patagônia são subsidiados pelo governo. Aqui em Bariloche o preço voltou para os 10 pesos. Apesar da cidade estar na Patagônia, os preços de tudo por aqui são sempre mais altos.

O que temos observado nesta viagem é que a Argentina deixou de ser um país barato para nós brasileiros. Pelo contrário, a maioria das coisas estão mais caras que no Brasil. Estamos nos esforçando bastante para manter os gastos dentro do orçamento previsto.

Apesar do peso Argentino estar com uma ótima cotação frente ao Real (foi a melhor cotação em relação a nossas outras 4 viagens), o que se vê na prática é que tudo está muito mais caro. Isto sem levar muito em consideração, Bariloche, que sempre foi muito cara.

Outro grande custo que está prejudicando nosso orçamento é a IOF, a qual passou de 0,38 para 6,38%. A cada saque feito em caixas eletrônicos e compras realizadas com cartão de crédito vemos nosso suado dinheirinho se escoando pelo ralo abaixo.

Mandaremos notícias do Chile!

Abraços a todos!
Alexandre, Rosângela, Felipe e Isabela

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