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[Aventura de Outros Viajantes] Viagem de carro realizada pela Roseli e a pequena Fernandinha pela Argentina e Chile

Dando continuidade a nossa seção de posts com o relato de outros viajantes hoje vamos apresentar a viagem da Roseli e da Fernandinha de 9 anos.

As duas partiram de Curitiba no Paraná em uma aventura de carro pela Argentina e Chile passando por Mendoza na Argentina, atravessando a fronteira pelo espetacular Paso Los Libertadores, mais conhecido como Caracoles (detalhe: com neve!) e chegando a Santiago no Chile.

A Roseli foi muito determinada e corajosa, mesmo sem encontrar relatos de outras mulheres viajando de carro sozinhas com criança, foi persistente e partiu em busca da realização de um sonho, além de curtir ótimos momentos junto de sua filha.

Curtam este ótimo e divertido relato da Roseli, que inclui o roteiro, os passeios, uma ideia de custo, os perrengues, as fotos, corrupção policial, além de muitas outras informações.

Elas gostaram tanto que já estão planejando a próxima viagem de carro para o final deste ano com destino a Ushuaia!

Agradecemos a Roseli e a Fernandinha pela colaboração e disponibilidade em relatar esta aventura para nós e nossos leitores. Temos certeza que servirá de inspiração e encorajamento para muitos!

 

Fernandinha no carro 2

Fernandinha aproveitando a viagem

Dados da viagem

Viajantes: Roseli e Fernandinha (9 anos).
Período: dia 05 de julho a 23 de julho (19 dias).
Quilometragem total: 7500km
Países visitados: Argentina e Chile.
Veículo: Estrela Polar – um Fiat Novo Uno 2013 – 1.0
Objetivo geral: passarmos juntas momentos inesquecíveis e conhecer lugares incríveis.
Objetivo específico: Parque Provincial Aconcágua e chegar ao Chile pelos Caracoles, além de ver as montanhas nevadas dos Andes.
Objetivo dos objetivos: Viver um sonho e provar que vale a pena sonhar!

O relato

carro

O “Estrela Polar” carinhosamente batizado pela Fernandinha

Tudo começou com uma decepção:

Em janeiro de 2014, fizemos (eu e Fernandinha) uma viagem de 16 dias para Salvador, voltamos bastante tristes com a situação da sujeira das praias mais lindas e que amávamos, lixo e mais lixo…uma pena. A Fernandinha ficava com um saco recolhendo lixo, como se ela pudesse resolver o problema da educação de todo um povo. Foi então que decidi não ir mais para o Nordeste do Brasil, decidi que já estava na hora de seguir rumo ao sul, não somente o sul do Brasil, mas ao sul do nosso vasto continente. Estava na hora de irmos além.

O planejamento do projeto

Assim, em fevereiro (mal havia chegado) começamos a ler diversos relatos sobre viagens de carro, foram horas e horas de leitura, aproveitamos para ver diversos vídeos de viagens. No entanto, poucas relatavam viagens de carro com crianças e nenhuma com mulher ao volante e sozinha.

Fernandinha no carro

Fernandinha: a co-piloto

Então, resolvi escrever minha própria história, iria eu, minha filhinha que ia completar 9 aninhos num FIAT NOVO UNO 2013, 1.0. Somente para ilustrar, tenho 53 anos, sou formada em administração e economia e sou diretora de escola em Curitiba, filha de caminhoneiro e, devido a isso, tenho a estrada no meu DNA.

Decidido isso, o caso agora era definir o trajeto, nesse ponto achei o blog Viajando de Carro… Desde então fiquei maluca, não parei de ler, comecei às 20h e terminei no dia seguinte, sem parar. Quando amanheceu, a idéia estava toda formada na minha cabeça, eu já havia viajado muito de carro no Brasil e, em 2003, cheguei até Montevidéu, levando meus pais comigo mas, precisei voltar pois, eles eram idosos e ficaram cansados (hoje os meus velhinhos são falecidos).

Agora, eu queria mais, queria uma verdadeira aventura.

Fui ao shopping e encomendei na livraria dois excelentes e caros guias da Argentina. Aborreceu-me não ter disponíveis os guias para levar na hora pois, sou assim, imediatista. Mas, após a espera, os guias chegaram depois de uma semana. Um absurdo. Uma espera que me devastava. Kkk

Roseli 3

Roseli realizando um sonho

Porém, com a ajuda da santa internet, fui vendo o trajeto e colocando a quilometragem, minha filha já estava totalmente envolvida… Achou que o nosso carro devia ser chamado de “Estrela Polar” e assim foi feito. Meus alunos desenhavam e me presenteavam com bandeirinhas da Argentina, Chile e Brasil, embalados pela Copa do Mundo que batia às portas do Brasil.

No final do do planejamento, nosso roteiro ficou assim: Curitiba, Florianópolis, Torres, Porto Alegre, Uruguaiana, Paraná, Santa Fé, San Luís, Mendoza, Uspallata, Los Andes, Santiago, Mendoza, Córdoba, Rosário, Buenos Aires, Uruguaiana, Curitiba.

Placa concordia

Na estrada: viajando de carro

A viagem

Marcamos a saída para o dia 07 de julho, mas ficamos tão ansiosas que saímos dia 05. Em relação aos custos, disponibilizei R$4.500,00 em dinheiro, mais cartão de crédito onde gastamos R$2.100,00. E ainda voltamos com dimdim para Curitiba e trouxemos, inclusive, algumas lembrancinhas… quase todas para o papai.

No percurso, ficamos hospedadas em Hostel na cidade de Torres-RS, Mendoza e Uspallata (únicos lugares que fizemos reservas). Nas demais cidades ficamos em hotéis, a média das diárias ficou em torno de R$120,00.

Nossas refeições eram feitas de forma simples, sem luxo. Fomos muitas vezes ao supermercado. Nada de gastar demais. Nosso carro fez uma média de 17 kms por litro. Rodamos mais ou menos 7.500km inclusive contando os passeios (fizemos muitos passeios).

Passeios – lindos e inesquecíveis

Potrerillos

Roseli em Potrerillos

Em Mendoza fomos visitar algumas bodegas, visitamos o Zoológico, subimos o Cerro da Glória e conhecemos o Parque San Martin, ficamos hospedadas no Hostel Mi Casa, lugar agradável localizado a cem metros da entrada do Parque San Martin. Fomos a Villavicencio e retornamos a Mendoza por Uspallata, pelas cuervas de Villavicencio. Passamos outro dia visitando Potrerillos e Las Vegas. Depois ficamos um dia e uma noite em Uspallata, somos adeptas a trilhas e bike e aproveitamos para fazer lindos passeios nessa pequena cidade. Tinha neve e seguimos até Los Penitentes para esquiar. Depois retornamos a Uspallata para dormir e descansar. Nessa noite teve um tremor de terra, foi sinistro, como disse a Fernandinha.

Fernadinha em Aconcagua

Parque Provincial Aconcagua

No dia seguinte seguimos novamente a Ruta 7 até Puente Del Inca e Parque Provincial Aconcagua. Tinha muita neve. A Ruta ficou fechada algumas horas, precisei colocar as “cadenas” que eu havia alugado em Uspallata. Descemos Los Caracoles com neve, foi um pouco assustador, mas o medo nunca me paralisou, muito pelo contrário. Já era noitinha quando chegamos a Santiago, ficamos no IBIS, pois eu não tinha reserva e não queria rodar muito.

Passamos o dia passeando e retornamos no dia seguinte, pelo mesmo trajeto, dessa vez mais tranquila. Paramos novamente no Parque Aconcagua e na Puente Del Inca. Novamente estava com neve e o vento era cortante. Paramos também para a Fernanda brincar de trenó. Ela ama a neve! Em Uspallata devolvemos as cadenas e os trajes de neve que havíamos alugado ($120,00). Dormimos em Mendoza e seguimos para Córdoba, pois eu queria conhecer a universidade (coisa de professora). Depois retornamos passando por Rosário e Buenos Aires (nós já tínhamos ido de navio para Buenos Aires) então não pretendia ficar muito tempo por lá. Depois subimos para Uruguaiana e retornamos para casa, passando por Porto Alegre novamente. Chegamos a Curitiba no dia 23 de julho, às 17 horas, para a alegria do papai que estava aflito demais. Kkkk

Roseli 2

Roseli curtindo as baixas temperaturas da região

Detalhes tão pequenos

Bom, quando estava em Uspallata quebrou nosso GPS, então fizemos todo o percurso até Santiago e o retorno apenas pelos nossos mapas e guias. O cabo da bateria do nosso notebook também quebrou… Então ficamos sem internet. Mas, não nos perdemos nenhuma vez. Apenas em Córdoba precisei perguntar aonde era a saída da cidade, pois me confundi no viaduto. Mas, nada que fosse perturbador.

Neve

Fernandinha brincando na neve

A viagem toda abasteci o carro somente nos Postos YPF que são ótimos. Levei um pneu sobressalente, além do estepe mas, não precisou ser utilizado. Levei uma caixa de ferramenta (mas, também não precisei dela). Para dizer a verdade nem calibrei os pneus do carro, esqueci. Coloquei as cadenas na Puente Del Inca, pois começou a nevar forte e a polícia começou a parar os carros. No Hostel Internacional, em Uspallata, o proprietário havia me ensinado a colocar e não teve nenhum segredo. Naquele lugar que nós estavamos, eu não queria pedir para ninguém… A estrada fechou, passaram as máquinas e logo ela abriu somente para carros. E como tinha carro! Muito movimento.

Sobre a documentação

Fiz o Seguro Carta Verde com a minha seguradora, paguei R$280,00, comprei o cambão em São Paulo pela internet, paguei R$90,00. O mesmo chegou dois dias antes da viagem e ainda está na mesma caixa no meu porta malas. Não abri, nem sei se tem mesmo um cambão dentro da caixa Kkkk. Peguei o triângulo extra no carro do pai da minha filha e a caixa de primeiros socorros foi a Fernandinha que montou. Fomos na Casa China compramos uma caixa de plástico, depois fomos à farmácia e compramos diversos itens. Em casa ela pintou uma cruz vermelha na caixa. Ficou linda!!!

O carro está no meu nome então não tive problema com documentos do veículo. O pai da minha filha foi no cartório e fez uma autorização com firma reconhecida por presença e não por semelhança (essa última não serve) e autorizou que ela fosse para Uruguai, Argentina e Chile (mas, não fomos para o Uruguai).

Comprei um “bom” GPS, que quebrou e me deixou na mão, conforme falei anteriormente. Até hoje ele está no técnico para consertar. Mas, acho que vou jogar fora e comprar um melhor. Inclusive, preciso de dicas sobre isso. kkkkkk

Aconcagua

Parque Provincial Aconcagua

Sobre a polícia

Essa me parou inúmeras vezes, mas não tive nenhum problema. Segui os conselhos dos viajantes, quando passava pela polícia a Fernandinha (minha co piloto) abria o vidro do carro, eu já tirava os óculos, facilitava, e quando me pediam documentos eu tinha uma pasta transparente com todos os documentos e a carta verde em cima de tudo. Alguns momentos eles olhavam para dentro do carro, como se estivessem pensando: – Cadê o homem… kkkkk. Quando viam que eram apenas eu e a minha menina, diziam para seguir.

Ahhh… seguindo conselhos de viajantes, tirei uma cópia de todos os documentos, todos mesmo, e levei dentro de uma outra pasta, para o caso de perder ou ser furtada. Achei prudente fazer isso.

Levamos passaportes… Somos meio bobinhas e adoramos carimbos no passaporte. kkkkk

Fernandinha em Mendoza

Parque San Martin em Mendoza

Um pouco antes de Mercedes, a Policia Camineira me parou e me multou em $666 pesos. Um absurdo. Disse que eu estava com os faróis desligados, e eu não estava. Mas, como eu ia provar (int). Pois, desliguei o carro quando eles me mandaram parar. Enfim, não discuti, deixei que me multassem. Disseram que eu tinha 3 dias para pagar, depois a multa passaria para $1.333,00 pesos. Claro que não paguei a multa até o dia de hoje. Kkkkk

No Hostel, em Mendoza, conheci um Oficial da Policia, que morava em Rosário, e estava de férias em Mendoza. Ele me aconselhou a não pagar, me disse que são policiais corruptos e que queriam propina. Mesmo assim, fiquei preocupada, passei um e-mail para a minha sobrinha que mora em Foz do Iguaçu e é advogada na fronteira. Ela também me aconselhou a não pagar. Diante de duas fortes opiniões e da vontade que eu tinha de economizar essa graninha resolvi não pagar.

Bicicleta

Passeio de bicicleta em Uspallata

Na ida, quando atravessamos o Portal de entrada na Província de Mendoza, eles vieram fazer inspeção no carro, perguntaram se tinha frutas, queijos, etc…. Eu disse que não tinha e a Fernandinha logo disse: Tem sim mãe, tem bastante fruta! Kkkkkkk. Foi o maior barato. O inspetor não sabia se acreditava em mim ou na Fernanda. Kkk. No fim ele deu risada e mandou seguir. Foi ótimo pois, salvamos meia dúzia de maçãs, quase meio quilo de uva e umas três bananas. Kkkkk.

Bom, vou encerrando dizendo que não corri nenhum perigo na estrada, os caminhoneiros argentinos são gente boa, os chilenos correm demais, são meio malucos. Mas, os brasileiros são piores. As estradas são boas. Em Mendoza tinha quase 100km de pista em obras, mas foi tranquilo. Perto de Paraná, pegamos 40km de estrada em obras, mas também foi tranqüilo.

Não dirigi à noite, apenas um pouco em Santiago e um pouco em Porto Alegre na freeway. Eu não gosto de dirigir à noite.

Fernandinha

Fernandinha em Potrerillos

Sempre parava antes do anoitecer. Assim dava sempre para dar umas voltinhas e conhecer a cidade e ainda ir ao mercado.

Fiz câmbio somente em lugares confiáveis, em Uruguaiana, em Santa Fé, em Mendoza e em Santiago. Nada de fazer câmbio em lugares estranhos. Carreguei o dinheiro escondido em três lugares. Nunca deixei o carro na rua, sempre em estacionamentos. Não fiquei me expondo e nem de conversa com qualquer um.

Teve um lugar em Mendoza que o povo estava meio revoltado com os brasileiros por causa da final da Copa do Mundo, achei o clima meio tenso. Então eu e a Fernandinha resolvemos conversar apenas em inglês para que eles não nos hostilizassem. Mas, foi somente isso, logo essa galera foi embora e nós ficamos tranquilas e ainda praticamos nosso inglês macarrônico.

Roseli

Roseli curtindo a viagem

A viagem foi tão maravilhosa que seguiremos para a Patagônia no dia 14 de dezembro. Mas, isso é uma outra história…

Roseli Martins e Fernanda Martins Christmann

 

 

 

 

 

 

Dia 24 (25/01/12) – El Chaltén/Argentina

Saída: El Chaltén/Argentina – Km 7664 (14:00h)
Chegada: El Chaltén/Argentina – Km 7735 (22:30h)
Distância: 71Km

Hoje nos programamos para ir ao Lago del Desierto, distante 37km de El Chaltén.

Nos informaram no hotel que poderíamos comprar empanadas na Rotiseria Nipo. Ela está localizada na Av. San Martín, 872 (principal avenida da cidade), bem próximo de onde estávamos hospedados. O local, especializado em comida para levar, prepara deliciosas empanadas, massas, pizzas, milanesas, napolitanas, sopas, saladas, batatas fritas, bife, frango, entre outras opções.  Acredito que achamos onde faremos nossas refeições nos próximos dias.

Partimos então para o Lago del Desierto cujo acesso é pela ruta 23 no final da Av. San Martín. Este trecho é de ripio e está em estado razoável.  Após 4km passamos pelo acesso à cachoeira Chorrilo del Salto, onde há um estacionamento.  Deixamos para ir neste local em um outro momento e seguimos para o Lago del Desierto, cujo caminho é muito bonito. A estrada vai sempre costeando um riacho com os cerros Fitz Roy e Torre como plano de fundo.  Nesta ruta 23 existem alguns campings onde pode-se passar o dia passeando ou fazendo um piquinique.

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

O dia estava muito bonito, com o céu limpo e ensolarado.  Ficamos algum tempo no Lago del Desierto, caminhamos um pouco e tiramos algumas fotos. O lugar é bem bonito e tranquilo, uma boa opção para passar o dia e descansar. É possível fazer o passeio de barco no lago, cujos horários de saída são 10:30, 14 e 17h e possuem duração de 2h, ao custo de PA$110,00 por pessoa.

Precisamos comprar um destes para carregar o Fellipe

Precisamos comprar um destes para carregar o Fellipe

Lago del Desierto

Lago del Desierto

No retorno decidimos fazer a trilha para o Rio Branco e Glaciar Piedras Blancas.  O acesso é a partir da Hosteria El Pilar, localizada na ruta 23 há 15 km de El Chaltén (mesmo caminho que vai para o Lago del Desierto).  Na hosteria há um estacionamento de acesso livre (sem custos), destinado para aqueles que vão fazer algum trekking  nas redondezas.

Paisagens da ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Paisagens da ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Paisagens da ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Paisagens da ruta 23 em direção ao Lago del Desierto

Segundo o centro de informações turísticas, a trilha tem duração de 2h (ida e volta). Esta trilha é bem menos frequentadas que as outras que fizemos e, talvez por termos iniciado já no final da tarde, não tinha tanto movimento de pessoas. O caminho segue costeando a montanha, com alguns trechos mais íngremes no percurso de ida, mas mesmo assim é uma trilha leve. A principal diferença desta em relação às trilhas de acesso aos miradores de los Condores e las Aguias, é que aqui a maior parte do percurso é realizada no interior do bosque. Isso é bom, pois ficamos abrigados do vento e do sol.

Início da trilha para o Rio Branco e Glaciar Piedras Blancas

Início da trilha para o Rio Branco e Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Após 1:30h de caminhada chegamos ao nosso destino: um mirante com o lindo cenário do monte Fitz Roy, Glaciar Piedras Blancas e Rio Branco. Mais uma vez valeu todo o esforço. Como sempre, as fotos que tiramos não são capazes de transmitir a imensa beleza que pudemos contemplar estando lá pessoalmente.

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Paisagens da trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Glaciar Piedras Blancas

Retornamos pelo mesmo caminho. Mas continuando nesta trilha passa-se pelo acampamento Poincenot e chega-se na famosa Laguna de Los Tres. Iniciar a trilha para a Laguna de Los Tres a partir da Hosteria El Pilar encurta consideravelmente o tempo de caminhada, que a partir de El Chaltén é de cerca de 4h (somente ida).

Rio Branco

Rio Branco

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Na volta fomos agraciados pela presença de alguns pica-paus. Já tínhamos visto um rapidamente na ida. Mas, no retorno, avistamos três deles e nos divertimos bastante filmando e tirando fotos.

Pica-paus na trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Pica-paus na trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Pica-paus na trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Pica-paus na trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Trilha para o Glaciar Piedras Blancas

Ao chegarmos em El chaltén passamos novamente na rotiseria Nipo Nino. Encomendamos o nosso jantar e fomos comer no hotel. Uma delícia!

El Chaltén

El Chaltén

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Seguro Viagem – a nossa indicação para viagens de carro

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Seguro Viagem – essencial para conferir tranquilidade durante a sua viagem

Atualmente estamos “viajando” na nossa próxima viagem, ou seja, planejando nosso roteiro, pesquisando hospedagens, organizando os documentos, adquirindo alguns equipamentos, entre outros preparativos necessários.

Além disso, para nossa próxima viagem, estamos tendo a preocupação de contratar um seguro viagem. Acreditamos que ninguém tenha dúvidas sobre a importância de se contratar um seguro para viajar. Entre nossos leitores, isso foi constatado na pesquisa que realizamos no blog, onde cerca de 95% contrata ou ao menos considera importante a contratação de um seguro.

Em nossas viagens anteriores nunca contratamos um seguro viagem. Desta forma, o que podemos concluir, é que tivemos muita sorte, pois nunca tivemos nenhum problema. No entanto, esse é um risco que não queremos correr mais, especialmente por estarmos viajando com os nossos filhos. Durante as viagens podemos adoecer, sofrer algum tipo de acidente ou até mesmo precisar de hospitalização.

Sabemos que é um assunto muito chato, mas é uma parte muito importante do planejamento, pois qualquer imprevisto pode se configurar em muita dor de cabeça. Além disso, pode estourar o orçamento devido as despesas extras não contabilizadas se algo ocorrer durante a viagem e estivermos sem nenhuma cobertura. Não há dúvidas de que é melhor contratar o seguro viagem e não precisar dele do que, durante um imprevisto, precisar e não poder contar com nenhum tipo de auxílio.

Ao realizarmos nossa pesquisa sobre seguro, vimos relato de viajantes que necessitaram passar por cirurgia de apendicite, por exemplo, um incidente totalmente imprevisível além, de muitas outras situações onde o seguro precisou ser acionado. Mesmo que os viajantes sejam saudáveis e estejam com as vacinas em dia, não estão livres de imprevistos. Durante as viagens pode ocorrer desde um braço quebrado até algo mais grave. Desta forma, o que não vale é viajar desprotegido!

Para a escolha da melhor opção de seguro viagem fizemos uma pesquisa, pois além de contratar para o nosso próprio uso também temos o interesse de indicá-lo para os nossos leitores. Desta forma optamos pelo seguro viagem da World Nomads e fizemos uma parceria com a empresa nos cadastrando no programa de afiliados. Deste modo, toda a vez que algum dos nossos leitores contrata o seguro por meio do nosso blog, nós ganhamos um percentual comissional. Não há aumento no valor do seguro para o leitor que faz o contrato pelo blog e dê quebra nós ganhamos uma comissão. Se você estiver interessado, não deixe de dar uma forcinha para o nosso blog!

Faça uma cotação agora mesmo! É simples e rápido, basta inserir os seus dados na caixa abaixo em poucos segundos será disponibilizada a cotação do seu seguro viagem.

 

Por que optamos pela World Nomads?

– A World Nomads é uma empresa australiana que tem cobertura em mais 150 países, ou seja, cobre boa parte do mundo.

– A World Nomads é um empresa recomendada pela Lonely Planet e pela National Geographic, o que nos dá uma certa tranquilidade para contratar e indicar a empresa. Além disso, faz parte da Bupa IHI que é uma empresa líder mundial em seguros de saúde internacionais.

– Consideramos que a World Nomads tem um excelente custo-benefício, pois oferece uma das mais altas coberturas e até mesmo uma opção de cobertura ilimitada e os valores cobrados são, geralmente, os mais baixos do mercado. Este quesito é muito importante ao avaliar os seguros viagem do mercado. Não se preocupe somente com o valor do seguro, leve em consideração a cobertura e a qualidade da assistência prestada.

– A contratação é realizada de forma simples e rápida e o processo é totalmente online, sendo possível contratar o seguro, extender o período e fazer reivindicações. Além disso, o seguro pode ser contratado mesmo após o início de sua viagem, no entanto não é muito recomendado. O ideal é sair de casa protegido!

– Uma das principais características para os viajantes de carro é que a World Nomads cobre as viagens que são realizadas desta forma. Neste quesito, muitas outras seguradoras cobrem somente viagens aéreas e marítimas. Ponto muito positivo para nós e nossos leitores, já que 88% viajam, preferencialmente, de carro.

– Nunca utilizamos o serviço, mas na pesquisa que realizamos não identificamos problemas na assistência e inclusive constatamos que há muitos relatos positivos e indicação como uma das melhores assistências a saúde em viagens. Além disso, cobre outros imprevistos, tais como: emergência odontológica, os medicamentos utilizados em emergências médicas ou odontológicas, extravio de bagagem, cancelamento ou interrupção da viagem, entre outros. E ainda, há uma opção de cobertura para quem pratica esportes radicais. Aconselhamos que seja observado o que cada um dos planos, Standard e Explorer, oferece para averiguar qual atende melhor as suas necessidades. Da mesma forma, após a efetivação do contrato, esteja a par de todos os itens que o plano escolhido cobre, pois há alguns que podem, inclusive, passar desapercebidos se o contratante não estiver bem informado sobre a cobertura do mesmo deixando de usufruir em caso de necessidade.

– Ao necessitar contatar a empresa, é possível solicitar atendimento em português na Central de Assistência 24h.

– Para quem viaja com muitos aparelhos eletrônicos, tais como:  smartphone, notebook, equipamento fotográfico a World Nomads oferece um seguro, a parte, para este tipo de equipamento por um valor muito acessível garantindo a tranquilidade dos viajantes. Em breve um post com mais detalhes sobre como segurar os aparelhos eletrônicos.

No entanto, há alguns aspectos que podem ser considerados negativos

– A World Nomads cobra o valor de US$100,00 por cada emergência médica solicitada, exceto para o transporte de emergência médica, despesas de evacuação e repatriamento. No entanto, é previsto no contrato. Esta franquia tem o objetivo de inibir o uso compulsório do seguro, ou seja, fazer com que o contratante acione o seguro somente em caso de real necessidade!

– O site da empresa é em inglês e, consequentemente, a contratação do seguro também. No entanto, é feita de forma online de qualquer lugar do mundo sendo um processo simples e rápido. Além disso, o primeiro atendimento da Central de Assistência 24h é em inglês, mas é possível solicitar atendimento em português posteriormente.

Vai viajar com a família? Economize ao contratar o seu seguro!

A World Nomads possui três planos de seguros, de acordo com a quantidade de viajantes, single, couple e family.

Sigle: seguro viagem para viajantes solitários.

Couple: seguro viagem para uma dupla de pessoas, não necessariamente casais. Pode ser para amigos, pai ou mãe em companhia de um filho, etc.

Family: seguro viagem para um casal (com idade inferior a 66 anos) em companhia de até três filhos (com idade inferior a 18 anos). O casal que acompanha os filhos, não precisa ser necessariamente pai e mãe. Somente um dos responsáveis pelos filhos (pai ou mãe) deve estar junto o outro adulto pode ser uma pessoa qualquer, um amigo ou parente desde que tenha até 66 anos.

A modalidade de seguro family propicia que você tenha um bom desconto ao contratar o seguro para uma família.

Confira uma simulação de seguro para uma viagem (plano standard) durante 15 dias pela América do Sul.

Single: US$86,00

Couple: US$170,00

Family: US$212,00

Entre os planos single e couple não há diferença de valores, somente a facilidade e a rapidez de se contratar apenas um seguro válido para duas pessoas.

Levando em consideração o plano family a economia é significativa. Já se observa um valor cobrado menor, mesmo para um casal acompanhado de um único filho. Para famílias maiores a vantagem aumenta. Um casal com três filhos, por exemplo, neste plano pagará o equivalente a US$42,4, ou seja, menos da metade do valor cobrado ao comparar com o plano individual (single) além, da facilidade de contratar um único seguro válido para toda a família.

WorldNomads Logo

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[Aventura de Outros Viajantes] Viagem de carro de Marilza pela Argentina e Chile incluindo Mendoza e Deserto do Atacama

Hoje damos início a uma série de posts de outros viajantes que, assim como nós, adoram colocar os “pneus na estrada” e partir rodando pelos países da América do Sul.

Para estrear a nossa seção contamos com a colaboração da Marilza, do interior de São Paulo, que relatou a viagem solitária que fez com destino ao Deserto do Atacama, no Chile, passando por Mendoza na Argentina.

A Marilza, mesmo sozinha, foi corajosa, determinada e partiu em busca de realizar seus sonhos viajando de carro. Não deixem de conferir o relato desta aventura que inclui o roteiro, os passeios, uma ideia de custo, os perrengues, as belíssimas fotos, além de muitas outras informações.

Segundo ela, viciou e já esta pensando na próxima… Mas, depois de uma aventura como esta, quem não vicia?

Agradecemos a Marilza por sua colaboração e disponibilidade em contar como foi a sua viagem para nós e nossos leitores. Temos certeza que servirá de inspiração para muitos!

Mah Barros

Chegando a Mendoza/Argentina

“Quando a Rosângela me fez o convite para compartilhar minha experiência no blog Viajando de Carro, fiquei super feliz !!!

Primeiro, porque é uma oportunidade para agradecer a vocês pelas valiosas dicas que dão no blog e, segundo, porque sempre é muito gostoso relembrar essa aventura. Foram 23 dias sozinha na estrada, partindo da minha cidade, Avaré/SP, no dia 10/3/2014, com destino a San Pedro de Atacama. Contando ida e volta, rodei cerca de 10.000 km.

Era um sonho antigo meu, que adiei por muito tempo envolvida que estive com trabalho e criação de filhos… Por fim, veio a aposentadoria e minha oportunidade de criar asas… ou rodas !!! Na etapa de planejamento, encontrei no blog Viajando de Carro todas as respostas às minhas dúvidas e, graças a vocês, não tive quaisquer surpresas desagradáveis pelo caminho.

Escolhi um roteiro, a grosso modo, sem muito detalhamento, pois minha intenção era mesmo viajar no estilo “easy rider”. Assim, fui tomando outras decisões pelo meio do caminho. Me concedi um prazo máximo de 30 dias para a aventura e me joguei na estrada, sem medo de ser feliz !!!

O roteiro que acabei fazendo foi: Avaré, Foz do Iguaçú, Posadas, descendo pela RN 12 até Santo Tomé, Rosário e  Mendoza, na Argentina… depois,  Quillota, Caldera, Antofagasta e, finalmente, San Pedro de Atacama, no Chile.

Chegando a Mendoza2

Chegando a Mendoza/Argentina

Chegando a Mendoza

Chegando a Mendoza/Argentina

Como estava viajando sozinha, dirigia apenas durante o dia e descansava uma noite, ou duas, dependendo do nível de cansaço. Para me hospedar preferi hostels, por ser mais a minha cara, mais descontraídos e mais baratos. Fiz todas as reservas pelo Booking, à medida que decidia quando e onde iria parar. Além do GPS, como ferramenta auxiliar, e importante, utilizei as rotas do site Ruta 0 que ia consultando pela internet, nas paradas com wi fi.

Não calculei o custo da viagem na ponta do lápis, mas entre despesas com seguros e equipamentos, combustível, pedágios, hospedagens, alimentação, ingressos e “regalos”, gastei por volta de R$ 7.000,00, sendo o combustível, disparado, a maior delas. Gastei pouco com alimentação, talvez porque carregava o tempo todo no carro água, frutas e chocolates e, encantada com as paisagens e fazendo fotos pelo caminho, até me esquecia de comer… Acabava fazendo uma única refeição à noite. Além disso, meu foco não eram restaurantes ou lojas…. Eu estava solta era na estrada mesmo !!!

Fora tudo o que vi e fotografei pelo caminho, nos 2 dias que passei em Mendoza, contratei um tour pelas vinícolas e um pelas altas montanhas… Eu queria saber como meu corpo se comportaria com a mudança de altitude, já que dali a 2 dias eu faria o mesmo percurso dirigindo sozinha. Esse tour é de um dia inteiro e chega-se até Las Cuevas, praticamente fronteira com o Chile já, incluindo uma visita ao Parque Provincial do Aconcágua e paradas em Los Penitentes, Uspallata, Las Cuevas e Puente Del Inca. Vale muito a pena !!!

Vinhedo em Mendoza

Vinhedo em Mendoza/Argentina

Pré Cordilheira

Pré-Cordilheira – Mendoza/Argentina

Puente Del Inca

Puente Del Inca – Mendoza/Argentina

Degustação de vinhos

Degustação de vinhos – Mendoza/Argentina

Parque Provincial Aconcágua

Parque Provincial Aconcágua – Mendoza/Argentina

Los Penitentes4

Los Penitentes – Mendoza/Argentina

Em San Pedro de Atacama, onde fiquei 5 dias, assim que cheguei, tratei de contratar os tours que me interessavam: Valle de La Luna e Valle e Valle de La Muerte, Salar do Atacama, Laguna Cejar, Lagunas Miscanti e Niñique, Gêiseres Del Tatio e uma visita a um observatório. Para isso, bastou me dirigir à Calle Caracoles, centro de San Pedro, onde existem váaaarios escritórios de turismo que fazem pacotes legais… O bom é que eles organizam os passeios em ordem crescente de altitude dos lugares visitados, para que a gente tenha tempo para se aclimatar, de modo que eu não tive qualquer desconforto por conta da altitude… E olha que Gêiseres Del Tatio, por exemplo, fica a 4.500m acima do nível do mar. Seguindo a dica de um amigo farmacêutico aqui da minha cidade, que já fez essa viagem ao Chile 5 vezes, tomei umas cápsulas de Maca Chilena com Guaraná, manipuladas por ele, e passei tranquila por tudo… Inclusive o trecking pelo Valle de La Luna, sob sol escaldante e tempo muito seco… O Valle de La Luna é a região mais seca do planeta, né?

Vulcão Licancabur

Vulcão Licancabur – Deserto do Atacama/Chile

Valle de La Muerte2

Valle de La Muerte – Deserto do Atacama/Chile

Valle de La Luna

Valle de La Luna – Deserto do Atacama/Chile

Salar do Atacama2

Salar do Atacama – Deserto do Atacama/Chile

Laguna Niñique

Laguna Niñique – Deserto do Atacama/Chile

Laguna Miscante

Laguna Miscante – Deserto do Atacama/Chile

Laguna Cejar

Laguna Cejar – Deserto do Atacama/Chile

Gêiseres El Tatio3

Gêiseres El Tatio – Deserto do Atacama/Chile

Céu Atacama

O céu do Atacama – Deserto do Atacama/Chile

Fauna do Deserto

Fauna – Deserto do Atacama/Chile

Apenas um contratempo, na volta, mas que acabou sendo a parte mais aventureira da minha aventura… rs: Pouco antes de cruzar a fronteira Chile/Argentina, por Paso Jama, uma pane na injeção eletrônica do carro me deixou no deserto, sem sinal de telefone ou internet. Eram 9:30 h da manhã e, entre alguém parar e se dispor a me rebocar até a Aduana e a chegada do socorro do lado argentino, foram 14 horas de espera… Depois, uma viagem de 30 horas a bordo de uma grua, até Foz do Iguaçú novamente. CAUSA: combustível sem adição de álcool. As sucessivas leituras do chip de uma mistura diferente daquela programada na central, enlouqueceram o coitado, que cortou a injeção de combustível.

Enfim… foram muitas fotos, muitos momentos de intensa emoção, uma sensação de liberdade incrível, amigos pelo caminho… Não dá pra contar tudo porque isso era pra ser apenas um breve relato e não posso me empolgar! Só posso dizer que viciei e já estou pensando na próxima em 2015!!!

Grata novamente ao blog Viajando de Carro !!! Se alguém quiser saber mais alguma coisa, ou dar uma olhadinha nas fotos, eu abri uma página no Facebook onde pretendia manter um diário, mas acabei tão envolvida na viagem que, confesso, ficou meio incompleto .

https://www.facebook.com/diariodebordomah

Boas viagens a todos… Beijão !!!

Mah Barros (marilza.barros@hotmail.com)”