Parque Nacional Iguazú (Argentina): a visão das cataras da passarela é impressionante

Dia 07 – 15/07/2011 (Foz do Iguaçu – PR / Brasil –> Puerto Iguazú / Argentina)

Saída: Foz do Iguaçu/PR – Brasil – Km 1601 (12:00h)
Chegada: Puerto Iguazú – Argentina – Km 1621 (13:00h)
Distância: 20Km

Neste dia nos despedimos de Foz do Iguaçu e do Brasil. Ficamos em Foz 3 dias inteiros, contando com a ida ao Paraguai. É um bom tempo para aproveitar os principais pontos turísticos da cidade, mas para uma visita mais tranquila acreditamos que 1 dia a mais seria o ideal.

Arrumamos nossa bagagem, passamos no banco para resolver um problema com o cartão, abastecemos o carro e partimos para a Argentina já no final da manhã.

Para fazer a migração foi tranquilo, não é necessário nem descer do carro. Há guichês semelhantes aos pedágios, onde foram pedidos os documentos de identidade.

Para a migração na Argentina foram pedidos os documentos de identidade, documento do veículo e carta verde. No momento que o Alexandre estava procurando os documentos dentro da carteira, o agente da aduana viu que tínhamos o cartão do seguro do carro, o qual pediu para ver.  Tínhamos renovado o seguro pouco antes da nossa viagem, portanto, o cartão estava com a data vencida, pois ainda não tínhamos recebido o novo. Não sabemos porque ele pediu para ver este documento, pois o único seguro obrigatório é a carta verde. Depois fizeram uma rápida revista no carro e nos liberaram.

Seguimos em direção as Cataratas do lado argentino no Parque Nacional Iguazú (província de Missiones). Pagamos PA$70,00 (R$28,00) por pessoa e PA$24,00 (R$9,00). Logo que chegamos tivemos a impressão de que a estrutura é um pouco precária quando comparada ao lado brasileiro. O estacionamento não tem calçamento e também a estrutura de serviços, como sanitários e restaurantes são bem inferiores. Deve ser este o motivo pelo qual a maior parte dos turistas visita o lado brasileiro. No entanto a estrutura das passarelas que levam os turistas até as quedas d’água é excelente. A organização do parque também é ótima, em vários pontos tem guarda parques para lhe dar orientações caso seja necessário.

Parque Nacional Iguazú (Argentina): é possível fazer todo o passeio com um carrinho de bebê

Parque Nacional Iguazú (Argentina): é possível fazer todo o passeio com um carrinho de bebê

Pegamos um mapa do parque para nos orientar em relação aos circuitos disponíveis.  No interior do parque há um trenzinho (Tren Ecológico de la Selva) que faz o transporte dos turistas deixando-os mais próximos das passarelas que dão acesso as quedas d’água.

Parque Nacional Iguazú (Argentina): trenzinho que circula dentro do parque

Parque Nacional Iguazú (Argentina): trenzinho que circula dentro do parque

Parque Nacional Iguazú (Argentina): passarela de acesso às cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): passarela de acesso às cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): passarela de acesso às cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): passarela de acesso às cataratas

O ponto alto do parque é o circuito que leva o turista na Garganta do Diabo. Realmente é impressionante ver aquele imenso volume de água.

Parque Nacional Iguazú (Argentina): Garganta do Diabo

Parque Nacional Iguazú (Argentina): Garganta do Diabo

Parque Nacional Iguazú (Argentina): a visão das cataras da passarela é impressionante

Parque Nacional Iguazú (Argentina): a visão das cataras da passarela é impressionante

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Parque Nacional Iguazú (Argentina): cataratas

Há o circuito superior e inferior.

No circuito superior se faz uma caminhada de 650 metros, de onde se tem a vista superior das quedas. O passeio possui 6 mirantes de onde é possível admirar toda a imponência das quedas do Río Iguazú.

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

Parque Nacional Iguazú (Argentina): circuito superior

O circuito inferior é uma passarela que passa por baixo das quedas em um percurso circular com cerca de 1.7Km. Neste circuito existem 8 mirantes.

Percorremos somente o circuito superior, pois infelizmente não tivemos tempo para percorrer os demais.

Vale muito a pena conhecer as cataratas de ambos os lados (Brasil e Argentina), pois são vistas de ângulos bem diferentes.

Saindo do parque fomos procurar um hotel. Tarefa que nos foi um tanto complicada. Passamos em um posto de informações turísticas, mas que não adiantou muito. As indicações de hotéis que nos foram dadas não nos agradaram nem um pouco e tivemos que procurar por nossa conta. Após visitarmos uma meia dúzia de opções, finalmente achamos um que nos agradou. Ficamos hospedados no Hotel Peter Pan localizado na avenida Córdoba, 267. Conta com TV LCD, Wi-fi, café da manhã e estacionamento.  Um bom hotel, limpo e confortável. Tem opção de quartos na parte térrea e no andar superior. Os do andar superior são melhores, pois são quartos novos. O café da manhã é muito fraquinho.

A demora na busca do hotel acabou impedindo a nossa ida ao Duty Free Shop, que fica entre a ponte internacional e a aduana da Argentina. Porém ficamos sabendo posteriormente, por amigos que já foram, que não vale muito a pena. Os preços não são baratos, não há muita variedade de produtos e o atendimento fica a desejar.

Após nos instalarmos no hotel, saímos para jantar.

Dicas do dia:

Caso você tenha um bebê, é possível (e recomendável) fazer os passeios do parque Iguazú (Argentina) com um carrinho. Os circuitos superior e inferior são percorridos através de uma passarela de metal, onde é possível andar tranquilamente com um carrinho de bebê.

O parque Iguazú possui diversos circuitos, por isso é importante chegar bem cedo ao parque para poder aproveitar o dia. Como nós não chegamos cedo, acabamos percorrendo somente uma parte do parque.

Ir para o próximo dia.

Dia 06 – 14/07/2011 (Ciudad del Este – Paraguai)

(em edição)

Saída: Foz do Iguaçu/PR
Chegada: Foz do Iguaçu/PR
Distância: –

Acordamos, tomamos o nosso café da manhã e ficamos prontos para ir às compras em Ciudad Del Este no Paraguai.  A van estava marcada para às 8h30min. Após darmos nossos nomes e número dos documentos, partimos. Chegando próximo a Ponte da Amizade, pelo movimento de carros percebemos que a travessia da ponte seria demorada.

Enquanto aguardávamos, vimos de tudo. A anarquia é geral neste ponto. As vans dos paraguaios vinham em grupo por cima do canteiro na tentativa de furar a enorme fila de carros antes da entrada na ponte. E eles conseguem, vão enfiando a van até conseguir furar a fila, além de outras estratégias que utilizavam com o mesmo propósito.

A espera para atravessar a ponte se estendeu por mais de 2h. O motorista da van nos deu a dica de ficarmos no Shopping Del Este, pelo fato de aliar preço e qualidade dos produtos. Este Shopping fica à esquerda logo que se atravessa a ponte. Fomos direto para este shopping, porém em menos de 1h já o havíamos percorrido todo e constatamos que os preços não eram tão atrativos assim. Só conseguimos comprar em uma loja, onde a maioria dos produtos que tínhamos interesse estavam com preços bons.

Após sairmos deste shopping fomos para o meio da muvuca. A cidade é uma bagunça geral: calçadas tomadas por produtos à venda. Em algumas calçadas é quase impossível circular, devido a enorme quantidade de bancas lotadas de produtos por todos os lados. Diversas pessoas ficam te abordando o tempo inteiro para vender os produtos que elas têm em mãos ou fazendo propaganda de alguma loja. Alguns são muito chatos e persistentes. O jeito é ignorar e driblar este tipo de gente.

Não sabíamos muito bem onde ir, porém sabíamos o nome de algumas lojas onde teriam bons preços  e produtos confiáveis (Navenet e Megaeletrônicos, por exemplo), porém não sabíamos onde ficavam. Fomos caminhando e pedindo informações sobre a localização destas lojas.

Andamos um pouco pela cidade, entrando em algumas lojas e shoppings sugeridos. Depois voltamos para o Shopping Del Este para almoçar. Neste local tem um bom restaurante com buffet livre, além de algumas boas opções de lanches. Os banheiros do shopping não possuem trocador, dificultando um pouco a troca de fraldas. Ao lado das pias existem bancadas em granito, e o jeito foi colocar o trocador do Felipe em cima da bancada para poder trocar as fraldas com maior facilidade.

Depois do nosso almoço saímos para aproveitar o tempo que ainda nos restava e tentar encontrar mais alguns produtos que estavam faltando.

Em Cidade Del Este a grande maioria das lojas fecham cedo, por volta das 16h. Algumas mais cedo ainda, porém têm shoppings que ficam abertos até bem mais tarde. O Shopping Del Este, por exemplo, fecha às 21h.

Mesmo com toda esta correria de ir de uma loja para a outra a procura do que nos interessava, debaixo de uma temperatura de aproximadamente 30°C, nosso bebezinho aguentou firme e forte e, como sempre, muito alegre. A Renata, proprietária do hotel onde estávamos, também nos orientou não levar o carrinho em nossa ida a Ciudad Del Este. Foi uma ótima dica, pois dentro dos shoppings não há problemas para utilizar o carrinho, mas nas ruas é um tanto complicado. Levamos o baby sling e utilizamos quase o tempo todo. Nele o bebê fica um pouco mais confortável, principalmente quando o bebê pega no sono. Também permite mais mobilidade para a mamãe, além de amenizar e muito o peso da criança.

O horário de retorno estava marcado às 17h. Chegamos ao local marcado por volta das 16h30 exaustos! O retorno foi super rápido e tranquilo, não fomos parados para a revista e em seguidinha estávamos de volta ao hotel.

Descansamos um pouco e à noite, saímos para comer uma pizza.

Dicas do dia:

Não leve o carrinho de bebê em sua ida a Ciudad del Este. As ruas e calçadas são irregulares e abarrotadas de bancas e pessoas. Prefira leva-lo no colo ou em um baby sling.

Antes de ir ao Paraguai fazer compras, faça sua lista e defina onde irá comprar. Você pode consultar os preços pela Internet nos sites das lojas (www.megaeletronicos.com e http://www.navenet.com/, por exemplo). Deixar para fazer pesquisa de preço diretamente nas lojas leva muito tempo e não vale a pena.

Não compre eletrônicos dos vendedores que ficam circulando pelas ruas. Os produtos são falsificados e muitos não funcionam. Por exemplo, a maioria dos pendrives vendidos nas ruas não funcionam.

Dê preferência para ir a Ciudad del Este de van (peça indicação de uma no hotel). É mais seguro e tranquilo. Entrar com seu carro nesta cidade não é uma boa ideia: seu carro ou seus pertences podem ser roubados ou alguém pode bater ou arranhá-lo, principalmente  na confusão que é a travessia da ponte (que literalmente é “terra de ninguém”). Nunca pegue uma van ou taxi diretamente na rua, peça sempre indicação. Existem diversos casos de pessoas que são assaltadas por eles.

Segue abaixo os contatos da van que nos levou. O motorista foi muito atencioso e prestativo (recomendamos):
Gustavo Thiele
Fone: (45) 9139-7014 e (45) 9925-2939
E-mail: gustavothiele@hotmail.com

Uma boa ideia é cada pessoa levar uma mochila para colocar sua carteira, documentos e as compras menores. Quanto menos sacolas carregar, menos chamará a atenção.

As compras devem ser feitas em dólares (devido a melhor cotação) ou cartões de crédito ou débito. Lembre-se que com cartão normalmente há um adicional cobrado pela loja de algo em torno de 8%. No cartão de crédito também terá que ser pago o IOF de 6,38%. Veja mais informações aqui.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: infelizmente o vertedouro não estava em funcionamento.

Dia 05 – 13/07/2011 (Foz do Iguaçu/PR)

Saída: Foz do Iguaçu/PR
Chegada: Foz do Iguaçu/PR
Distância: –

Hoje em nosso planejamento de viagem é o dia reservado para visitar Usina Hidrelétrica de Itaipú, que é a maior usina geradora de energia o mundo, considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Neste link da Wikipedia estão diversas informações sobre a usina.

O Alexandre queria fazer o circuito especial (visita técnica) onde se conhece o interior da usina e também inclui a visita panorâmica. Esta visita deve ser agendada. Ligamos gratuitamente (0800-645-4645) bem cedo para tentarmos agendar ainda pela manhã. No telefone fomos informados que ainda havia um horário pela manhã, porém não havia a possibilidade de agendamento pelo telefone para visita no mesmo turno. Resolvemos entrar no site de turismo da usina para ver se era possível comprar os ingressos. No site existe a possibilidade de comprar ingressos para todos os passeios disponíveis em Itaipú e fazer o pagamento com cartão de crédito Visa. Agendamos o horário do Alexandre para a visita especial às 10:30h. Esta visita especial é possível para quem tem idade mínima de 14 anos e é necessário estar vestindo bermuda abaixo do joelho ou calças. Portanto, eu e o Felipe compramos o ingresso somente para a visita panorâmica (somente exterior da usina) às 11h.

Antes de ir para a usina, aproveitamos para deixar agendada a nossa ida ao Paraguai no próximo dia. Iremos em uma van indicada pela proprietária do hotel onde estávamos hospedados. O valor é de R$30,00 por pessoa.

Na visita panorâmica se assiste em um auditório a um vídeo apresentando a usina. Depois embarca-se em um ônibus da usina para o passeio em seu interior, o qual dura em torno de 1h e 30 minutos. É um passeio interessante de se fazer, porém o ônibus faz somente 2 rapidíssimas paradas para fotografias.

No circuito especial é feita a visita às áreas externas e ao interior da usina, acompanhado de monitores que falam português, espanhol e inglês. Neste roteiro é possível fotografar e filmar tudo. Nesta visita é possível ver o vertedouro (que dificilmente está em operação) e chegar bem perto do eixo de uma das turbinas, além de poder ver o lago do alto da barragem. O passeio dura em torno de 2:30h.

O custo da visita panorâmica é R$19,00 e da visita especial R$50,00. Estudantes (não válido para pós-graduação), professores, doadores de sangue (com carteirinha) e idosos tem 50% de desconto. Em todos os casos é obrigatório a apresentação de comprovante, nisto eles são bem rígidos.

Ônibus que fazem a visita panorâmica na Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Ônibus que fazem a visita panorâmica na Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: infelizmente o vertedouro não estava em funcionamento.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: infelizmente o vertedouro não estava em funcionamento.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: vista de cima da barragem.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: vista de cima da barragem.

Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: canal de fuga.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: canal de fuga.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: central de controle.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: central de controle.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: central de controle.

Usina Hidrelétrica de Itaipú: central de controle.

Interior da Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Interior da Usina Hidrelétrica de Itaipú.

Interior da Usina Hidrelétrica de Itaipú: eixo de uma das turbinas.

Interior da Usina Hidrelétrica de Itaipú: eixo de uma das turbinas.

Descansando depois da visita a Usina.

Descansando depois da visita a Usina.

Além destes passeios é possível visitar o ecomuseu, iluminação da barragem (passeio à noite), refúgio biológico e polo astronômico.

Após conhecermos a usina fomos almoçar na Churrascaria Costelão, localizada na avenida Juscelino Kubitschek. É um buffet livre com churrasco. Apesar do bom atendimento, o churrasco deixou muito a desejar. Não recomendamos.

Fomos então ao centro da cidade, pois precisávamos ir ao banco. Porém quando chegamos ele tinha acabado de fechar, pois em Foz o horário bancário é diferente de Pelotas. Para aproveitar fomos às lojas comprar algumas coisas que precisávamos.

Depois do centro tentamos ir ao Templo Budista, porém chegamos lá às 16:55h e descobrimos que ele fecha às 17h. Não podemos entrar e perdemos de conhecer o templo. O horário de funcionamento do Templo Budista é das 9:30 às 17h.

Fomos então ao Marco das 3 fronteiras, localizado na união entre os rios Iguaçu e Paraná. Do marco é possível avistar os 3 países: Brasil, Argentina e Paraguai. Neste local, cada país tem um marco com as cores que representam as nações.

Marco das 3 fronteiras (Brasil).

Marco das 3 fronteiras (Brasil).

Marco das 3 fronteiras (Brasil).

Marco das 3 fronteiras (Brasil).

Marco das 3 fronteiras (Argentina).

Marco das 3 fronteiras (Argentina).

Marco das 3 fronteiras (Paraguai).

Marco das 3 fronteiras (Paraguai).

Saindo de lá fomos a supermercado fazer algumas compras e jantar. Logo depois voltamos ao hotel.

Ir para o próximo dia.

Cataratas do Iguaçu.

Dia 04 – 12/07/2011(Foz do Iguaçu/PR)

Saída: Foz do Iguaçu/PR
Chegada: Foz do Iguaçu/PR
Distância: –

Acordamos em torno das 8h.  Após um pouco de espera para podermos tomarmos o nosso banho (banheiro compartilhado), tomamos o nosso café da manhã e já estávamos prontos para os nossos passeios do dia. Conversamos com a gerente de hotel (Renata) que nos deu boas dicas em relação aos passeios que poderíamos fazer durante os dias que teríamos disponíveis em Foz.

Neste primeiro dia em Foz decidimos fazer a visitação das cataratas no Parque Nacional Iguaçu   e após no Parque das Aves.

Chegamos ao Parque Nacional Iguaçu já quase no final da manhã. Deixamos o carro no estacionamento (R$12,00 a diária e fomos comprar os ingressos. Escolher o que levar conosco em cada passeio sempre demora um tempo considerável, pois com um bebê temos que estar sempre pensando em tudo que podemos precisar. Caso deixássemos alguma coisa importante no carro, não teríamos como voltar para pegar. Fomos orientados de que não seria uma boa idéia levarmos o carrinho de bebê, então levamos apenas o baby sling, caso fosse necessário.

Chegando ao saguão do parque para compra dos ingressos nos deparamos com filas enormes, mas por causa do Felipe fomos orientados a ir para a fila prioritária que não havia ninguém (mais uma vantagem de se ter um bebê!!). Chegando ao guichê mais uma boa surpresa, clientes Itaú tem 50% de desconto na compra dos ingressos para o parque (limite de um ingresso por cartão). Colocamos esta informação não com o objetivo de fazer propaganda para o banco, mas sim para que os demais clientes deste banco saibam.

Os ingressos para adultos (acima de 12 anos) custam R$24,50, crianças (2 -12 anos) e idosos (a partir de 60 anos) pagam R$6,70. Estes valores são referentes apenas ao transporte dentro do parque. Para maiores informações consulte a tabela com valores no endereço http://www.cataratasdoiguacu.com.br/bilheteria.htm.

Saímos do guichê e fomos para a fila pegar o ônibus do parque que faz o transporte dos visitantes pelo seu interior. Dependendo da atividade que será feita no parque deve-se descer em uma das várias paradas existentes. No ônibus tem uma voz gravada que vai informando sobre as atividades disponíveis em cada uma das paradas.  Na primeira vez que entramos no ônibus, a gravação era ruim, não entendíamos direito o que estava sendo dito e acabamos descendo erroneamente na última parada.

Ônibus que faz o transporte dentro do Parque Nacional do Iguaçu.

Ônibus que faz o transporte dentro do Parque Nacional do Iguaçu.

Nesta última parada é onde está  localizado o Espaço Porto Canoas, que é um lugar com uma ampla área de convivência com praça de alimentação. As opções de alimentação neste local são poucas e caras. Neste espaço há serviços de lanches, confeitaria e restaurante, sanitários com trocador, telefones públicos, loja de lembranças do parque, entre outros, além de ser uma alternativa de descanso para as pessoas no final da trilha, com uma linda vista das Cataratas.

Logo que descemos neste local percebemos que não estávamos no lugar certo. Decidimos pegar o ônibus novamente e voltarmos para uma das paradas anteriores, mais especificamente em frente ao luxuoso Hotel das Cataratas. Não esperamos nem 5 minutos e já tinha um ônibus disponível.  Desta vez a gravação com informações sobre o parque estava bem clara e conseguimos entender tudo que estava sendo dito.

As trilhas de acesso as Cataratas têm início no mirante em frente do Hotel das Cataratas e se estendem por 1200m na margem direita do Rio Iguaçu. Ao longo do trajeto pode-se ver as quedas d’água de diferentes ângulos, até chegar às passarelas que conduzem os turistas até bem próximo da Garganta do Diabo.

Hotel das Cataratas.

Hotel das Cataratas.

À medida que se avança na trilha, as paisagens vão ficando ainda mais bonitas devido a maior proximidade das cataratas.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Ao longo de quase toda trilha os turistas são acompanhados pelos simpáticos e espertos quatis, que estão acostumadíssimos com a presença dos turistas.  São bichinhos sacanas: é só algum turista se descuidar de suas bolsas e sacolas que eles literalmente assaltam os seus pertences na procura de comida. Tome cuidado e não alimente estes bichinhos, pois a nossa comida não faz bem para eles. Os quatis são mansos e se aproximam muito dos humanos, mas procure não chegar muito perto, pois podem transmitir doenças como a raiva.

Quatis nas Cataratas do Iguaçu.

Quatis nas Cataratas do Iguaçu.

O ataque dos quatis.

O ataque dos quatis.

A proprietária do hotel onde estávamos hospedados nos aconselhou a não levar o carrinho de bebê para realizar a trilha das cataratas, pois o mesmo só iria dificultar o sobe e desce de escadas para realizar a trilha. A dica dela foi boa, pois seria complicado andar com o carrinho neste percurso, no entanto algumas pessoas estavam com os bebês nos carrinhos. Por outro lado, foi bem cansativo o fato de não ter levado o carrinho, pois o Felipe é bem pesadinho e nos cansa bastante ficar com ele no colo. Outra desvantagem é que para ele é mais confortável ficar no carrinho, devido ao calor e para fazer suas sonecas.  Acabamos não usando o baby sling neste dia, pois trocávamos o Felipe de colo com frequência para tirar as fotos, então achamos melhor não usá-lo.

O final da trilha é o mais interessante, pois através de uma passarela pode-se chegar bem próximo da Garganta do Diabo. É neste ponto onde os turistas praticamente tomam um banho devido aos respingos das cataratas. A visão é espetacular e com certeza vale a pena o banho! No início da passarela há uma banquinha vendendo capas de chuvas por R$5,00. As capas são feitas de um plástico bem frágil, que rasga por nada, e deve custar centavos para produzí-las. Nós não compramos e, como eu havia levado uma jaqueta para colocar no Felipe, fomos sem capa mesmo. Estava muito calor e uns respingos d’água serviriam para refrescar. Na ida em direção a Garganta do Diabo, uma senhora me deu a capa que ela já havia usado. Aceitei, mas naquele dia ir sem capa de chuva não seria um problema.

O Alexandre foi sem capa e até que nem se molhou muito. Para proteger a nossa câmera fotográfica levamos um saco estanque. Mas mesmo assim, na hora de tirar as fotos, ela também teve a lenta respingada. Nem nos preocupamos com isso, pois compramos esta câmera (Nikon D7000) justamente por ela possuir uma melhor vedação contra umidade e poeira.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Após esta última passarela pega-se um elevador que conduz o turista até o Espaço Porto Canoas, de onde se tem uma vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Cataratas do Iguaçu.

Chegamos no Espaço Porto Canoas cansadíssimos e famintos. Neste local há um restaurante do tipo buffet livre, porém com preço bem salgadinho: R$40,00 por pessoa. Decidimos comer sanduíches em uma das lanchonetes do Espaço, os quais estavam bem ruins, apesar do preço não ser muito barato.

Para irmos embora pegamos novamente o ônibus do parque, pelo qual esperamos menos de 5 minutos.

O Parque Nacional Iguaçu nos impressionou pela sua infraestrutura e organização. Mesmo com o intenso fluxo de turistas, os serviços prestados fluem rapidamente. Mesmo que as filas sejam grandes, as pessoas não ficam muito tempo aguardando, devido ao número de atendentes e a eficiência dos mesmos. O serviço de transporte também não deixa a desejar. Os ônibus são novos e limpos, os passageiros vão todos sentados e a saída dos mesmos é bastante frequente.

No parque, além de fazer a visitação às cataratas, é possível fazer trilhas, passeios de barcos. Porém todas estas opções devem ser pagas à parte e nem sempre são baratas.

Saindo das Cataratas fomos ao Parque das Aves (http://www.parquedasaves.com.br/v2/index.htm), localizado quase em frente à entrada do Parque Nacional Iguaçu.

As entradas para o parque custam R$18,00 por pessoa. Alguns hotéis fornecem desconto, porém este é de apenas R$1,00. O parque é bem legal. Em alguns viveiros é possível entrar e observar as aves soltas. Algumas aves são tão mansas que chegam bem próximas aos turistas. As atrações mais legais do parque são os flamingos, os tucanos e as araras.

Entrada do Parque das Aves.

Entrada do Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves: é possível chegar bem próximo de alguns pássaros.

Parque das Aves: é possível chegar bem próximo de alguns pássaros.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

No viveiro das araras é possível entrar e ficar observando aquela imensa quantidade de araras fazendo muito barulho e voando de um lado para o outro.  Ao entrar no viveiro tenham cuidado, pois elas costumam dar vôos rasantes sobre a cabeça dos turistas! Muito legal. É possível também posar para uma foto com uma arara no braço. Os turistas fazem fila para levar esta recordação para casa. As fotos junto com a arara não são cobradas e nós aproveitamos para tirar uma também.  O cuidador da arara também se oferece para tirar a foto, caso o turista esteja sozinho ou queira aparecer na foto junto com seu acompanhante.

Parque das Aves: dentro do viveiro das araras.

Parque das Aves: dentro do viveiro das araras.

Parque das Aves: dentro do viveiro das araras.

Parque das Aves: dentro do viveiro das araras.

Parque das Aves.

Parque das Aves.

Saindo do parque passamos no hotel e depois fomos ao Shopping Cataratas para jantar e comprar alguma peça de roupa de verão, pois esta fazendo um calor de uns 30oC.

Dicas do dia

O passeio no Parque das Aves pode ser feito com um carrinho de bebê, com o qual é possível até mesmo entrar nos viveiros das aves e aproveitar o passeio com mais tranquilidade. Já nas Cataratas é melhor levar o bebê no colo ou em um babysling, pois existem diversas escadarias que inviabilizam o uso de um carrinho.

Parque das Aves: é possível passear tranquilamente com um carrinho de bebê.

Parque das Aves: é possível passear tranquilamente com um carrinho de bebê.

Ir para o próximo dia.

Ponte sobre o rio Uruguai - divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Dia 03 – 11/07/2011 (São Miguel das Missões/RS -> Foz do Iguaçu/PR)

Saída: São Miguel das Missões/RS – Km 744 (9:30h)
Chegada: Foz do Iguaçu/PR – Km 1501 (23:00h)
Distância: 757Km

Acordamos por volta das 8h. Organizamos nossas bagagens, tomamos o nosso café da manhã e em torno das 9:30h partimos em direção a Foz do Iguaçu – PR.

Durante o nosso percurso podemos apreciar, entre as cidades de Condor-RS e Palmeira das Missões, belas paisagens com lindos campos verdes. O dia ensolarado colaborou para tornar as paisagens ainda mais belas.

Em Seberi – RS, por volta de 12:30h, paramos para almoçar no restaurante do posto Seberi.  O restaurante serve buffet livre com churrasco. Boa comida e um bom custo-benefício.

Seguimos viagem e paramos para fotografar a ponte sobre o Rio Uruguai, que marca a divisa entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Ponte sobre o rio Uruguai - divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Ponte sobre o rio Uruguai – divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Ponte sobre o rio Uruguai - divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Ponte sobre o rio Uruguai – divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Macaquinho na árvore.

Macaquinho na árvore.

Fizemos uma parada próximo a cidade Maravilhosa-SC, pois o Felipe estava um pouco impaciente e aproveitamos para abastecer o carro.

Em SC, após Maravilhosa, a estrada também está acompanhada de lindas paisagens.

Na noite anterior tínhamos feito reserva de hotel para Foz do Iguaçu. Havíamos pesquisado na internet algumas opções para não precisar ficar procurando quando chegássemos à cidade. Nossa surpresa foi que a maioria dos hotéis mais econômicos, de bom custo-benefício, já estavam lotados. Estávamos chegando em uma segunda-feira em Foz, mas provavelmente devido as devido as férias de julho, estava difícil encontrar um lugar que nos oferecesse uma boa estadia com um bom preço.

Pesquisamos nos sites Decolar.com e Hotel em Foz e somente haviam vagas com valores de diária bem acima do que pretendíamos pagar. Tínhamos a indicação do site Booking.com, também para reservas de hotéis e com avaliação dos hóspedes. Neste site encontramos a hospedagem que estávamos procurando. Fizemos a reserva do Iguassu Guest House, o qual tinha um valor acessível e uma ótima avaliação dos seus clientes.

O hotel é do tipo hostel/albergue (Guest House), com um atendimento diferenciado e personalizado (e um custo mais alto, é claro). O objetivo é fazer os hóspedes se sentirem em casa. O proprietário geralmente está no local e também faz o atendimento aos hóspedes. Geralmente neste locais existem opções de quartos compartilhados e quartos com banheiro privativo e compartilhado.

Para chegar a Foz do Iguaçu, ao sair de São Miguel das Missões, pega-se a 285 à direita, passando-se por Ijuí. Seguindo pela 285, pega-se a 158 à esquerda, passando por Panambi. Próximo a Palmeira das Missões pega-se a RS-589 e depois a 386 à esquerda. Segue por esta estrada, passando por Seberi, Frederico Westphalen, Irai. Em Iraí, atravessando a ponte sobre o Rio Uruguai e  entra-se em Santa Catarina. A partir daí a estrada passa-se  a se chamar de BR-158. Próximo a Santa Lucia entra-se na Sct-283 à esquerda. Próximo a Mondai a  estrada passa  a ser chamada de Sct-386. A seguir pega-se a Sct -163, próximo a Ipora do oeste. Segue-se por esta estrada, passando por Descanso, São Miguel Doeste, Guaraciaba, São João do Cedro, Dionisio Cerqueira, Santo Antônio do Sudoeste. Em Pérola Doeste pega-se a Pr-583, passando por São Valério. Próximo a Realeza, toma-se à esquerda na Pr-182. Mais adiante, próximo a Flor da Serra, pega-se a Pr-163, passando por Marmelândia, Capitão Leônidas Marques, Santa Lúcia, Lindoeste e Santa Maria. Depois toma-se a PR-586 à esquerda. Pouco depois (em Santa Tereza do Oeste) vire à esquerda na Br-277. Segue-se sempre pela Br-277, passando por Céu Azul, Matelandia, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha do Iguaçu e, enfim, chegando a Foz do Iguaçu.

De Dionísio Cerqueira/SC até Santa Tereza do Oeste/PR, as estradas estão em péssimo estado de conservação. A maior parte deste trecho não tem acostamento e está toda esburacada. O problema é que alguns dos buracos são realmente enormes. Passamos por vários carros danificados pelo caminho, com pneus rasgados e rodas amassadas. Tivemos sorte de passarmos sem danificar o carro, até porque fizemos quase todo este trecho à noite. Caímos em alguns destes buracos, o que fez com que um dos fixadores de nosso rack do bagageiro de teto se soltasse.

Ao chegar na BR-277 tudo muda, pois a estrada está em excelente estado de conservação. A velocidade limite é de 110Km/h em boa parte do caminho. Tudo isto ao custo de dois pedágios (R$7,50 e R$9,80),  é claro. Próximo a Foz do Iguaçu, a BR-277 está duplicada.

Como vocês podem ver, chegar a Foz do Iguaçu é um pouco complicado. As placas não ajudam muito. O GPS mostra sua utilidade em momentos como este. Ele nos guiou sem erros até nosso destino. Nada melhor que um Garmin com os mapas gratuitos do projeto Tracksource.

Dicas do dia:

Compre um GPS: consideramos este aparelho uma ferramenta indispensável para o viajante de carro.

Evite dirigir à noite no trecho de Dionísio Cerqueira até Foz do Iguaçu. Devido ao estado de conservação das estradas, há grandes riscos de acidentes.

Ir para o próximo dia.

Forte de São Miguel.

Dia 02 – 10/07/2011 (São Miguel das Missões/RS –> Santo Ângelo/RS -> São Miguel das Missões/RS)

Saída: São Miguel das Missões – Km 626 (13:30h)
Chegada: São Miguel das Missões – Km 743 (16:50h)
Distância: 117Km

Acordamos por volta das 8:30h, tomamos o nosso café da manhã e saímos para visitar o Sítio Arqueológico de São Miguel, que fica bem próximo ao hotel.

A entrada custa R$5,00 e estudantes e idosos pagam meia entrada. O horário de visitação é das 9 às 12h e das 14 às 18h.

Infelizmente o tempo estava nublado e de vez em quando caia uma garoa. Isto acabou atrapalhando um pouco o nosso passeio. Era uma chuva fraquinha, mas com o bebê temos que nos resguardar um pouco. Como chegamos nas ruínas por volta das 10:30h, e devido a chuva, não conseguimos ver tudo o que queríamos. As 12h fecham tudo, mas é possível voltar no turno da tarde sem pagar o ingresso novamente.

Além das ruínas da Igreja é possível conhecer as ruínas da Sacristia, Colégio, Oficina, Quinta, Cemitério, Cotiguaçú e Praça. O museu também fica aberto para visitação, onde pode-se apreciar as imagens missioneiras (esculturas feitas em pedra e madeira), também presentes em outros museus nas demais cidades da região das missões, onde existe o circuito das imagens missioneiras. Para mais informações, consulte: http://www.rotamissoes.com.br/_portugues/oQueImperdiveisCircuito.php. Para quem tiver interesse em levar alguma lembrança do local, há uma lojinha que vende artesanatos missioneiros, cujos preços são bem acessíveis.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Escultura feita em madeira no museu do Forte de São Miguel.

Fomos almoçar no restaurante Kaipper Ely, localizado na avenida principal. Ao meio dia oferece buffet livre com churrasco  e à noite a la minutas. Boa comida e preço acessível.

Após o almoço fomos até Santo Ângelo, que fica distantv be em torno de 60 km de São Miguel, para conhecer a sua majestosa catedral e a praça central.

O tempo permaneceu chuvoso até chegarmos a Santo Ângelo. Ao chegarmos, a chuva estiou e foi possível passear um pouco pela praça e visitar a belíssima catedral da cidade. Na praça também havia uma banca vendendo deliciosos sonhos de doce de leite ou goiabada, além de outros alimentos.

Catedral de Santo Ângelo.

Catedral de Santo Ângelo.

Interior da catedral de Santo Ângelo.

Interior da catedral de Santo Ângelo.

Felipe se escondendo do frio.

Felipe se escondendo do frio.

Típico gauchito do RS vestido a rigor para enfrentar o inverno do sul.

Típico gauchito do RS vestido a rigor para enfrentar o inverno do sul.

Corredor em Santo Ângelo com os nomes dos fortes.

Corredor em Santo Ângelo com os nomes dos fortes.

Como já estávamos no meio da tarde, decidimos voltarmos e terminarmos de conhecer as ruínas de São Miguel, aproveitando que o tempo estava melhorando. Não havia tempo de conhecer os sítios arqueológicos de São João Batista e São Lourenço.

No retorno para São Miguel o tempo melhorou e chegamos a tempo de contemplar o pôr-do-sol nas ruínas de São Miguel, um espetáculo imperdível. Foi nesse momento que conseguimos os melhores clicks tirados na região.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Gaúchinho no Forte de São Miguel.

Gaúchinho no Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Interior do Forte de São Miguel.

Interior do Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Forte de São Miguel.

Como a visitação encerra às 18h e o Espetáculo de som e luz começa às 19h (de maio a julho), decidimos aguardar no carro até o seu início. Aproveitamos para fazer nosso lanche comendo uns sanduíches que tínhamos na nossa geladeira automotiva (aí vai mais uma dica de acessório prático e útil para quem gosta de viajar de carro – consulte neste link).

Os ingressos para o espetáculo de som e luz também custam R$5,00, sendo que estudantes e idosos pagam meia entrada. Não consideramos este espetáculo algo imperdível.  É um apresentação com luzes coloridas que iluminam alternadamente pontos das ruínas com a narração da saga da civilização missioneira que habitou o local há quase 300 anos. As vozes são de artistas conhecidos da TV Globo. O show tem duração de 48 minutos e suas arquibancadas de pedras não são muito confortáveis. Como o show é ao ar livre, no inverno pode-se passar bastante frio. No nosso caso o frio estava suportável, mas sentar na pedra fria por quase uma hora incomoda um pouco.

Show de som e luzes no Forte São Miguel.

Show de som e luzes no Forte São Miguel.

Além dos demais sítios arqueológico das missões que pretendíamos visitar, ficou faltando a fonte missioneira (localizada 1 km do Sitio Arqueológico São Miguel) e o Santuário de Caaró.  A chuva atrapalhou um pouco e o tempo não foi suficiente para ver tudo. Com um bebê o ritmo fica um pouco mais lento mesmo.

Para informações sobre atrações da região consulte o link: http://www.rotamissoes.com.br. Em nossa opinião nem todas as atrações listadas são consideradas imperdíveis. Para conseguir visitar boa parte destas atrações, com certeza, será necessário dispor de mais dias.

Após o show fomos para o hotel descansar.  No outro dia teremos um longo caminho até Foz do Iguaçu – PR.

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